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Cinco filmes na Netflix para quem ama arte

Cinco filmes na Netflix para quem ama arte

Arte é um termo amplo, que abrange várias formas de expressão do ser humano. No entanto, quando se fala em arte, é impossível não pensar primeiramente numa de suas formas mais fundamentais: a pintura. Pensando nas pessoas apaixonadas pela arte clássica e sua história, separamos aqui cinco filmes para quem quer conhecer ou se aprofundar um pouco mais nesse mundo sem sair da Netflix.


  • Grandes Olhos (2014)

Dirigido por Tim Burton, essa obra biográfica conta a história da pintora americana Margaret Keane (Amy Adams). Mãe solteira, Margaret conhece Walter Keane (Christopher Waltz), também pintor, e os dois se apaixonam e se casam rapidamente. Porém, seu marido a convence de que ninguém compraria arte assinada por uma mulher, e começa a vender os quadros dela como se fossem seus. Com a fama crescente de Walter, assim como os abusos domésticos para com a esposa e a enteada, Margarett se vê obrigada a lutar pelo direito a sua arte na justiça.


  • Com Amor, Van Gogh (2017)

A primeira animação inteiramente pintada à óleo, conforme o estilo do próprio artista, trata-se de um filme biográfico com uma perspectiva diferenciada. Na obra, passou-se um ano desde o suicídio do pintor, quando Armand Roulin (Douglas Booth) encontra uma carta póstuma endereçada ao irmão de Vincent (Robert Gulaczyk). Ao chegar na cidade de Arles, na França, com o intuito de entregar a carta a seu destinatário, Roulin fica obcecado em desvendar a verdade sobre a morte de Van Gogh e inicia uma investigação com seus familiares e conhecidos.


  • Frida (2002)


O filme de Julie Taymor sobre a vida da icônica pintora mexicana Frida Kahlo (vivida por Salma Hayek) é uma obra biográfica mais tradicional. Com uma linha do tempo linear, a obra mostra a vida da artista de sua adolescência até a maturidade, e Taymor optou por iniciá-lo no acidente de ônibus que desencadeou diversos problemas de saúde durante toda a vida da pintora. O filme dá ênfase no casamento de Frida com Diego Rivera (Alfred Molina), e o sofrimentos das várias cirurgias que teve que fazer ao longo dos anos, amplificado pelas traições conjugais e por viver sempre à sombra do marido.


  • O Sorriso de Mona Lisa (2003)


Ambientado na década de 1950, o filme de Mike Newell chamou atenção na época de seu lançamento por conta de seu elenco de peso, cheio de rostos conhecidos: Julia Roberts, Kirsten Dunst, Maggie Gyllenhall, entre outros. Na história, Katherine Watson (Roberts) é a nova professora de história da arte de uma conceituada porém retrógrada faculdade para mulheres. Apesar de se deparar com alunas inteligentes e bem preparadas, as garotas ali já se acomodaram com o fato de que não terão carreiras próprias e só estão atrás de uma educação para conseguir um bom marido. Katherine, disposta a mudar essa visão, passa a tentar libertar suas alunas das amarras tradicionalistas, abordando novas formas de ensino.


  • Nise – O Coração da Loucura (2015)


Esse filme brasileiro estrelado por Glória Pires conta a história real não de uma pintora, mas sim de uma psiquiatra: Nise da Silveira, a pioneira da terapia ocupacional no Brasil. Após um período na prisão, ela é empregada em um hospital psiquiátrico em uma cidade na periferia do Rio de Janeiro. Após ser recusar a utilizar tratamentos como eletrochoque e lobotomia em pacientes esquizofrênicos, ela é isolada pelos demais médicos no setor praticamente abandonado de terapia ocupacional. Lá, ela passa a estimular que seus pacientes pintem e criem arte como forma de tratamento.


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Jornalista que migrou para a veterinária, mas sem deixar para trás as jornalices. Vive e respira horror, seja em quadrinhos, filmes, séries ou livros. Último posto de defesa da DC Comics em relação à Marvel, embora tenha que fazer vista grossa quando o papo é cinema. Fã de Heavy Metal, games single player e cospobre de carteirinha quando sobra dinheiro no final do mês.

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