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Dica de Quinta | Cinco séries de zumbis eletrizantes na Netflix

Dica de Quinta | Cinco séries de zumbis eletrizantes na Netflix

Zumbis nunca saem realmente de moda. Apesar dos mortos-vivos só comerem carne humana, existem várias abordagens diferentes que podem ser conferidas ao sub-gênero do terror, passando pela comédia e até mesmo drama histórico.

Pensando nisso, a equipe do Bode na Sala separou cinco séries de zumbis disponíveis na Netflix. Confira:


  • Black Summer (2019 – presente)

Seis semanas após o início do apocalipse zumbi, Rose (Jaime King) é separada da sua filha pelos militares. Ela, então, inicia uma busca para reencontrá-la enquanto lida com os horrores do mundo pós-apocalíptico, depois de se juntar a um grupo de sobreviventes. O mestre do horror Stephen King achou Black Summer revitalizadora. “Quando você acha que não existem mais sustos restantes em zumbis, ISSO aparece. Inferno existencial nos subúrbios, reduzido ao mínimo”, comentou o autor.


  • Santa Clarita Diet (2017 -2019)

A comédia da Netflix estrelada por Drew Barrymore é uma delícia, mas não como a protagonista acredita. A série conta a história de um casal de corretores de imóveis que tem a vida virada do avesso após um megavômito transformar a mulher em uma morta-viva sedenta por carne humana. A medida em que os episódios vão passando, fica praticamente impossível não se apaixonar pelas mortes sempre criativas e, principalmente, por aqueles personagens que claramente se amam. É uma pena que a Netflix tenha cancelado uma série com uma mitologia tão rica a ser explorada, mas não deixe que isso te abale, pois com certeza você vai amar Santa Clarita Diet.


  • Ash vs The Evil Dead (2015 – 2018)

Continuação da aclamada trilogia A Morte do Demônio, dirigida por Sam Raimi, a adaptação faz jus ao espírito dos filmes originais e não é necessário conhecer a franquia para aproveitar a série. Ash Williams (Bruce Campbell), já na meia idade, continua irresponsável e acaba acidentalmente lendo o Necronomicon Ex Mortis, o livro dos mortos, e liberando o mal escondido nas páginas. Agora, acompanhado por Pablo (Ray Santiago) e Kelly (Dana DeLorenzo), Ash deve enfrentar os deadites, zumbis demoníacos, e outras criaturas no meio do caminho.


  • The Walking Dead (2010 – presente)

Desde o começo de sua exibição, em 2010, The Walking Dead nunca foi apenas sobre zumbis. A série da AMC sempre usou o apocalipse não apenas parar criar cenas competentes de ação ou de terror, mas para explorar a natureza humana e como o ambiente inóspito pode fazer sair o pior nas pessoas. O grupo liderado pelo xefire Rick Grimes (Andrew Lincoln) tem de lidar com a ameaça dos mortos vivos, sim, mas são as facções rivais que causam o maior estrago e representam o perigo real para os vivos. Inconsistente, The Walking Dead é uma série excelente, quando quer. Em uma só temporada ela é capaz de ter episódios espetaculares repletos de ação, tensão e emoção, mas também de capítulos incrivelmente tediosos em que nada acontece.


  • Kingdom (2019 – presente)

A série original Netflix sul-coreana é mais do que apenas sobre uma infecção zumbi se espalhando. Em Kingdom, o príncipe herdeiro e bastardo Lee Chang (Ju Ji-hoon) se vê no meio de uma rede de intrigas quando seu pai, o rei de Joseon, se afasta do trono devido a uma grave doença e ninguém tem permissão de visita-lo — nem mesmo o próprio filho. A esposa do rei, Cho (Kim Hye-jun), é membro do clã Haewon Cho, que pretende alcançar o trono a todo custo. Além dos jogos de poder, a série ainda conta com diversos comentários sociais sobre situação precária da maior parte da população que mal consegue se alimentar. E, claro, os zumbis são rápidos, viciosos e aterrorizantes. O príncipe e seus aliados devem usar apenas espadas, uma espécie arcaica de rifle e arco e flecha para lidar com as criaturas que não param de vir.


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Estudante de jornalismo, tem 20 anos e é assistidor de séries semi profissional. Fissurado em cinema desde sempre, nunca trabalhou na área e pretende mudar isso algum dia. Fã do Studio Ghibli e de musicais, é fissurado no cinema sul-coreano e nas suas formas de vingança.

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