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Especial | 15 mulheres boas de briga do cinema

Especial | 15 mulheres boas de briga do cinema

Estamos no mês da mulher e, por conta disso, selecionamos 15 personagens femininas que se mostraram ótimas de briga. Tem super-heroína, tem líder de resistência, tem espiã, tem mulher de todo jeito… Depois do nosso especial, você (independentemente do gênero) vai querer sair batendo por aí como uma mulher — mas sem violência, por favor!

Confira:


  • Tenente Ellen Ripley (Sigourney Waever) – Franquia Alien, por Diego Francisco

É preciso muita coragem para enfrentar o Xenomorfo uma vez e muita habilidade para sair vivo do confronto. A tenente Ellen Ripley (Sigourney Weaver) o enfrentou quatro vezes. A oficial da nave Nostromo teve seu primeiro contato com a criatura em Alien: O Oitavo Passageiro, onde todos os membros da nave estavam despreparados para o mal que estava caçando eles. Conseguindo derrotar o Xenomorfo e sobreviver, ela ainda precisou enfrentar um exército deles em Aliens: o Resgate, por sorte desta vez ao lado de vários oficiais da Marinha. No entanto, Ripley ainda tem de passar por mais desafios que a maioria de seus colegas, tendo que enfrentar sozinha a rainha alien (consideravelmente maior que seus filhos) para proteger a pequena Newt (Carrie Henn).  Como descansar nunca é uma opção, a tenente ainda teve que lidar com os xenomorfos mais duas vezes em dois filmes ruins da franquia que ficam melhores se a gente fingir que eles não existem.


  • Sarah Connor (Linda Hamilton) – Franquia O Exterminador do Futuro, por André Bozzetti

Em 1984, um exterminador T-800 (Arnold Schwarzenegger) chegou do futuro para matar Sarah Connor (Linda Hamilton), uma jovem garçonete que, anos mais tarde, viria a se tornar mãe do líder da resistência humana na batalha contra as máquinas. Sem entender nada do que se passava, Sarah era praticamente uma “donzela em perigo”. Mas isso mudou completamente no segundo filme da franquia. Durante pouco mais de uma década, Sarah Connor se preparou muito bem para enfrentar o futuro que ela sabia que estava por vir. Sarah aprendeu a lutar, a atirar e treinou todas as técnicas possíveis de sobrevivência, pois sabia o tamanho do perigo que se aproximava. E esta preparação toda não foi em vão. Para proteger seu filho, enfrentou dezenas de médicos, policiais, e até o assustador T-1000, um exterminador muito mais avançado e perigoso do que aquele que veio atrás dela anos antes. Tudo bem que ela contou com a ajuda de um T-800 enviado do futuro por seu próprio filho, mas, mesmo assim, se as máquinas quiserem se livrar dela, vão ter que se esforçar muito mais.


  • Fa Mulan (voz de Ming-Na Wen) – Mulan, por João Vitor Hudson

A grande guerreira da Disney não é só uma heroína do cinema, mas também do mundo real. Quando seu pai, um ex-militar aposentado e doente, é convocado para uma guerra que pode colocar o destino de toda a China, Fa Mulan teme pelo seu pai e toma para si a responsabilidade de lutar essas batalhas. A jovem vivia em uma época dominada por homens e que o papel das mulheres era apenas o de ser mãe, e para isso se disfarçou para entrar no exército. Mulan serviu por anos disfarçada e ainda alcançou altas patentes militares depois de lutar incontáveis batalhas, e até hoje é considerada um exemplo de mulher a ser seguido, não só na China (ela está presente em todos os livros de história do país), mas para meninas e adultas de todo o mundo.


  • Hermione Granger (Emma Watson) – Franquia Harry Potter, por Carlos Redel

A bruxa mais inteligente de sua idade não poderia ficar de fora da lista. E, não, Hermione não é só esperta, ela também é boa na hora da ação. Conhecedora de uma infinidade de feitiços, a menina está sempre pronta para o combate. Sem dúvidas, Harry Potter só conseguiu sobreviver tanto tempo graças a ela. Ah, ela é boa em feitiços e tal, mas e na porradaria? Bem, lembra daquele soco maravilhoso que ela deu na fuça do Draco Malfoy? Se isso não é ser boa de briga, eu não sei o que é… Mandou o guri embora chorando!


  • Beatrix Kiddo (Uma Thurman) – Kill Bill, por João Vitor Hudson

Imagine ficar grávida em um trabalho que não se permite isso. Então você foge pra outro estado, mesmo assim é encontrada e tentam te matar no ensaio de seu casamento. Depois disso tudo, você ainda acorda de um coma de 4 anos, sem seu bebê e sabendo que foi estuprada enquanto estava desacordada. São motivações o bastante para estar com raiva, nè? Uma Thurman estrela Kill Bill, a epopeia dividida em dois filmes de Quentin Tarantino, e seu objetivo é, como diz o título, matar o Bill (David Carradine). Durante as 4 horas de duração, acompanhamos Beatrix Kiddo se envolvendo em muitas batalhas com espadas samurai, facas, uma espingarda e até mesmo uma cobra, mas a loira é um exemplo de mulher que consegue vencer todas as lutas, e ainda assim se mostrar cansada de tanta violência ao final de tudo. Kiddo sofreu bastante, mas ela atingiu seu objetivo final e ainda garantiu um bônus: sua filha de volta.


  • Maggie Fitzgerald (Hillary Swank) – Menina de Ouro, por Rafael Bernardes

A história de Menina de Ouro foca primeiramente em Frankie Dunn (Clint Eastwood), um treinador de boxe veterano que não se aproxima verdadeiramente de quase ninguém. Porém, tudo muda quando Maggie (Hillary Swank) chega em sua academia e, mesmo relutante em treiná-la, ele cede vendo o seu potencial. É muito interessante o desenvolvimento da personagem principal, contendo diversas camadas e sendo muito forte (tanto fisicamente quanto psicologicamente). A jovem possui muito talento, muita fibra e uma personalidade que ao mesmo tempo é doce e forte, não aceitando desaforos. Ela corre atrás do seu sonho, buscando sempre alcançar seu objetivo, mas não deixa de ser leal e bondosa, não passando por cima de ninguém para chegar ao topo. Uma das cenas finais de Menina de Ouro emociona muito por conta da construção da relação entre os dois protagonistas, mostrando a pessoa incrível que Maggie é.


  • Hit-Girl (Chloë Grace Moretz) – Franquia Kick-Ass, por Carlos Redel

Aqui, assim como em Harry Potter, temos um caso de uma coadjuvante que é muito mais poderosa que o personagem principal – e salva ele da morte uma série de vezes. Hit-Girl (Chloë Grace Moretz) é uma menina que foi criada para ser uma máquina de combate por ninguém menos que Big Daddy (que é vivido pela lenda Nicolas Cage). A garotinha, com apenas 11 anos, ao invés de brinquedos, ganha canivetes. Só para dar um exemplo de como a personagem é casca grossa, o Big Daddy dá tiros na menina (que usa colete, é claro), só para que ela aprenda a aguentar o impacto e seguir lutando. Em uma das vezes em que salva Kick-Ass, Hit-Girl promove uma carnificina, despedaçando os bandidos com as suas lâminas afiadas e oferecendo um show de violência – que fica ainda mais impactante por se tratar de uma criança realizando-o. Sem dúvidas, dessa lista, a pequena Hit-Girl é uma das maiores porradeiras!


  • Viúva Negra (Scarlett Johansson) – Universo Cinematográfico Marvel, por André Bozzetti

Como uma simples humana, sem nenhum poder extraordinário ou armadura super tecnológica, poderia sobreviver ao lutar em meio a deuses, monstros, alienígenas, magos, robôs assassinos e artefatos cósmicos? Provavelmente, não poderia. Mas Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra, não é uma simples humana. Treinada na Rússia para ser uma super espiã, na misteriosa Sala Vermelha, Natasha se tornou mestre em diversas técnicas de luta, é uma exímia atiradora, estrategista e, sem dúvida, incrivelmente corajosa. Estreou no MCU em Homem de Ferro 2, enfrentando alguns seguranças, mas em Os Vingadores já precisou encarar perigosos alienígenas na famosa batalha de Nova York. Também já bateu de frente com um furioso e meio desnorteado Hulk, e com o perigoso assassino conhecido como Soldado Invernal. Em Vingadores: Guerra Infinita, participou da batalha de Wakanda e não se intimidou no combate contra membros da Ordem Negra de Thanos. Não há dúvidas de que ela já fez por merecer seu lugar em meio aos poderosos Vingadores.


  • Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) – Jogos Vorazes, por João Vitor Hudson

Num futuro distópico, todos os jovens entre 12 e 18 anos estão sujeitos a participarem dos Jogos Vorazes, uma competição mortal que visa dar riqueza às famílias dos vencedores em contraste a fome que alastra todo o país. Quando Katniss (Jennifer Lawrence) vê sua irmã caçula Primrose, de apenas 12 anos, ser sorteada para participar dos jogos, ela se oferece no lugar e passa a ser admirada por toda a população, até mesmo da elite. O ato é visto com um teor político, e depois de vencer os jogos de maneira contrária ao regulamento, a adolescente passa a ser vista como um símbolo revolucionário para a guerra que se alastra e que pode ter sido provocada por ela. A personagem de J-Law é um ícone do cinema, pois além de ser uma adolescente com seus problemas juvenis, ela possui uma carga dramática devido ao ambiente e as perdas que a formaram. No final, Katniss se torna ícone da rebelião dos distritos pobres contra a Capital e você também estará ao lado do Tordo e levantando três dedos para o alto como reverência. “Que a sorte esteja sempre a seu favor!”


  • Gamora (Zoe Saldaña) – Universo Cinematográfico Marvel, por Rafael Bernardes

A filha do Titã Louco! Gamora (Zoe Saldana) é muito mais do que apenas a mais forte filha de Thanos, é uma personagem complexa e bondosa em sua essência (mesmo tendo cometido algumas atrocidades a mando de seu pai). Gamora sempre odiou seguir as ordens do Titã e nutre um ódio imenso por ele (mas ao mesmo tempo sente amor). A personagem é empática, bondosa, inteligente e muito forte. Além disso, possui um senso de liderança muito grande. Ela não tem medo de nada e, inclusive, não teve nenhum medo da morte, pedindo para Peter Quil, o amor de sua vida, para matá-la, o que evitaria que Thanos conseguisse a última Joia do Infinito. Ela nunca hesitou em se sacrificar em prol da humanidade, de pessoas que ela nem conhece. Gamora é uma das melhores personagens da Marvel e sua força é apenas uma de suas inúmeras qualidades.


  • Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) – Mad Max: Estrada da Fúria, por Diego Francisco

É preciso ter muita presença em tela para roubar a cena de Max Rockatansky (Tom Hardy) em um filme que literalmente leva o nome do personagem – e é exatamente isso que Chalize Theron conseguiu com a sua personagem. A Imperatriz Furiosa, a mais conhecidas das imperatrizes da Cidadela, deu um golpe pessoal no ditador Immortan Joe (Hugh Keas-Byrne) ao pegar suas cinco esposas parideiras e levá-las para longe dele, dando início a uma longa perseguição. Furiosa é articulada, forte e impiedosa passando por um arco dramático competente no filme ao tentar chegar no Vale Verde, onde passou a sua infância antes de ter sido sequestrada e obrigada a trabalhar na Cidadela. Ela também recebe ajuda de um tal de Max aí, mas ele não é muito relevante pra história.


  • Jyn Erso (Felicity Jones) – Rogue One: Uma História Star Wars, por Diego Francisco

Bilheteria EUA: Rogue One: Uma História Star Wars fica no topo

Sim, nós amamos a Princesa Leia e a Rey, mas acreditamos que dentre o auto-didatismo da Rey e a falta de ação da Leia na narrativa, nenhuma das duas se compara a Jyn Erso (Felicity Jones). Depois de ter a mãe executada pelo Império e o pai obrigado a trabalhar na Estrela da Morte, Jyn foi treinada durante a adolescência por Saw Guerrera (Forest Whittaker), um veterano das Guerras Clônicas. Já adulta, ela é liberada pelos rebeldes após ser capturada pelo Império e, por ser filha do engenheiro que ajudou na construção da arma destruidora de planetas, é recrutada para a missão de roubar os planos da Estrela da Morte e descobrir um jeito de destruí-la. Boa de briga e acompanhada por uma excelente equipe, Erso deu uma dor de cabeça incrível para o Império.


  • Mulher-Maravilha (Gal Gadot) – DCEU, por Rafael Bernardes

A amazona semi-deusa mais poderosa dos quadrinhos! Diana foi criada para ser a maior Guerreira de Temiscira, sendo implacável em combate, mas não deixa de ter um coração extremamente puro. Mesmo tendo uma personalidade forte, ela é gentil, bondosa, inteligente e muito poderosa. Mesmo sendo essa entidade, ela não se considera superior a ninguém e luta para ajudar a todos, não ficando somente em sua ilha. Ela poderia se limitar a apenas proteger seu povo, mas ela tem a consciência de que seu povo na verdade é o mundo inteiro. Certamente é uma das melhores personagens dos quadrinhos e também dos filmes da DC, sendo símbolo de representatividade no mundo inteiro.


  • Lorraine Broughton (Charlize Theron) – Atômica, por André Bozzetti

Lorraine (Charlize Theron) é uma espiã do MI6, enviada a Berlim durante a Guerra Fria, para resgatar o corpo de um agente britânico assassinado. Às vésperas da derrubada do muro, já pode-se imaginar como as coisas estavam movimentadas por lá. Enfrentando inimigos tanto do lado oriental quanto do ocidental, Lorraine nunca sabia de onde viria o próximo ataque – mas ela estava sempre bem preparada. Qualquer objeto se torna uma arma letal nas mãos dela, desde um belo sapato de salto, uma mangueira ou até um molho de chaves. As diversas sequências de luta – dentro de um carro, em um apartamento, em um cinema e pelas escadarias de um edifício, entre outras – mostram que quando se trata de pancadaria, ela não está para brincadeira. Depois, uma banheira de gelo para recuperar a musculatura e ficar como nova para o próximo quebra-pau.


  • Carol Danvers (Brie Larson) – Capitã Marvel, por Carlos Redel

A expectativa pela estreia de Capitã Marvel estava alta, pois a personagem tinha o peso de ser a ajuda que os Vingadores precisavam para derrotar o Titã Louco Thanos. Eis que o filme da heroína estreou e mostrou que a personagem vivida por Brie Larson não estava para brincadeira. Além de ser extremamente poderosa, a personagem também mostrou que é boa de briga, derrotando cerca de 20 inimigos, mesmo sem poder usar os seus disparos de energia e com os punhos presos. Se prepara para a porradaria, Thanos!


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Estudante de jornalismo, tem 20 anos e é assistidor de séries semi profissional. Fissurado em cinema desde sempre, nunca trabalhou na área e pretende mudar isso algum dia. Fã do Studio Ghibli e de musicais, é fissurado no cinema sul-coreano e nas suas formas de vingança.

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