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Dragon Ball Super: Broly | Crítica

Dragon Ball Super: Broly | Crítica

Resultado de imagem para dragon ball super broly pôsterDragon Ball Super: Broly (Doragon Bôru Chô: Burorî)

Ano: 2018

Direção: Tatsuya Nagamine

Roteiro: Akira Toriyama

Dubladores (vozes locais): Wendel Bezerra, Alfredo Rollo, Dado Monteiro, Carlos Campanile, Wellington Lima, Luiz Antônio Lobue, Tânia Gaidarji, Marina Santana

Antes da estreia da nova temporada do anime de Dragon Ball, intitulado Dragon Ball Super, tivemos o filme Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza. Nesse longa, podemos ter um pouco do que a série nos reservava, mas em uma amostragem pequena e através de uma obra irregular. Dessa vez, após o término da série, estreia Dragon Ball Super: Broly, a produção que seria o encerramento definitivo para a saga.

Na trama, a história de Freeza e dos Sayajins é relembrada e até conta de forma diferente do que foi mostrado no seriado. Porém, dessa vez uma grande importância é dada para Broly, vilão recorrente em filmes anteriores mas que nunca obteve sua própria saga ou um bom desenvolvimento. Ele sempre foi apresentado como um ser superpoderoso e irracional, como se fosse uma máquina.

Com a apresentação do novo vilão, o exército de Freeza o encontra, junto de seu pai, que tem como objetivo se vingar da família Vegeta, por conta do Rei Vegeta ter mandado seu filme para um planeta inóspito quando bebê. E o resto é luta! Dois inimigos ameaçadores juntos, mas com um bom desenvolvimento de Broly. Porém, o personagem acaba sendo o ponto alto, pois o restante do roteiro é inconsistente, com diversos furos e com problemas na linearidade em relação à série.

Alguns subterfúgios de roteiro para apresentar soluções narrativas incomodam, tanto quanto a falta de coerência em relação à sua própria produção original. O longa se apresenta como continuação, buscando alguns elementos do anime, mas depois passa informações que foram modificadas. Tirando Broly, os outros personagens não são bem desenvolvidos, pois o filme presume que o público já tenha assistido o seriado.

Os traços da animação são muito bem feitos, superando o que foi apresentado nas sagas de Dragon Ball Super, mesclando os efeitos em 2D com outros em 3D (principalmente em explosões). Há uma cena em especial que mostra uma aquarela psicodélica em tela, com misturas espetaculares de cores vibrantes, passando uma sensação vibrante ao espectador. O ritmo é bom em praticamente toda a produção, não dando tempo para respirar, com poucos diálogos e muita ação.

Por fim, Dragon Ball Super: Broly chega como um desfecho para a saga, mas acaba apresentando muitos ganchos para que aquela história continue. Portanto, é provável que o anime siga contando a história de Broly, com Freeza sendo o vilão e tentando derrotar os Sayajins de uma vez por todas. A bela animação, mesmo com pouca criatividade em seu roteiro, diverte e abrilhanta os olhos na maior parte do tempo, mesmo com seus diversos problemas.

Nota do crítico:

 

Nota dos usuários:

[Total: 2    Média: 3/5]

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Jornalista, pretende seguir carreira como crítico de cinema. Gosta de dar opinião sobre tudo. Reside em Belém Novo, fim do mundo de Porto Alegre.

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