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Dica de Quinta | Cinco excelentes comédias para dar “gostosas gargalhadas” na Netflix

Dica de Quinta | Cinco excelentes comédias para dar “gostosas gargalhadas” na Netflix

Se tem algo que estamos sentindo falta atualmente (no mundo do cinema, é claro) é de boas comédias. Atualmente, são raros os filmes que provocam aquela gargalhada descontrolada, que faz com que o refrigerante saia pelo nariz…

Por conta disso, o Bode na Sala separou cinco excelentes comédias disponíveis na Netflix para que você dê boas risadas.

Confira:


  • O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy (2003) e Tudo por um Furo (2013)

Para começar a lista, já vamos quebrar uma regra e colocar uma franquia. O Âncora traz o mundo jornalísticos dos anos 1970, em que os homens dominam esta profissão. No longa, Ron Burgundy (Will Ferrell) é o âncora de um grande telejornal e, quando uma mulher (Christina Applegate) começa a ganhar o seu espaço, ele acaba travando uma cômica batalha com ela, ajudado por seus amigos. Uma ótima crítica ao machismo, mostrando toda a estupidez daqueles machões que não admitem o sexo feminino em suas profissões. Já Tudo Por Um Furo (sim, tradução horrorosa), continuação de O Âncora, apresenta uma hilária crítica ao jornalismo sensacionalista e de amenidades. Ambos são imperdíveis. E ainda dão uma ótima aula sobre jornalismo!


  • O que Fazemos nas Sombras (2014)

Uma das maiores surpresas do gênero dos últimos anos, O que Fazemos nas Sombras é um falso documentário (obviamente) sobre o dia a dia de um grupo de vampiros. Os quatro amigos, imortais, dividem um casarão na Nova Zelândia e, ali, eles precisam resolver problemas do cotidiano, como de quem é a vez de lavar a louça (que está acumulada há anos), como interagir “normalmente” com pessoas desse século e como chupar o sangue de uma vítima sem sujar toda a casa. Dirigida, escrita e estrelada por Taika Waititi e Jemaine Clemant, essa comédia hilária não merece apesar ser vista, mas também revista infinitamente.


  • Missão Madrinha de Casamento (2011)

Dirigida por Paul Feig, a comédia acompanha a história de Annie (Kristen Wiig), que é convidada por sua amiga Lillian (Maya Rudolph) para ser a sua madrinha. Assim, Annie, que enfrenta problemas profissionais e amorosos, resolve se dedicar à função de corpo e alma. No entanto, logo a madrinha conhece Helen (Rose Byrne), uma bela e rica mulher que quer ser a nova melhor amiga de Lillian. As duas, então, passam a disputar a atenção da amiga, assim como o posto de organizadora do casamento. Obviamente, tudo isso embalado por muita confusão e situações constrangedoras. E ainda tem a sempre hilária Melissa McCarthy. Impossível não rir do início ao fim!


  • Saneamento Básico: O Filme (2007)

Com direção de Jorge Furtado, a comédia nacional acompanha a saga de moradores de uma pequena cidade do Sul, que desejam construir uma fossa que elimine o seu esgoto à céu aberto. No entanto, não há verba para que a obra seja realizada. Então, o grupo descobre que Brasília oferece dinheiro para a realização de produções cinematográficas independentes. Assim, eles precisam produzir um filme barato e usar a verba federal para construir a tão sonhada fossa. É hilária – e genial – a maneira como Furtado trabalha as situações dentro do filme, desde a escolha do tema da produção dos moradores, a metalinguagem, as referências e uma ótima crítica aos que não enxergam a sétima arte como uma importante ferramenta de construção social. Além disso, o elenco é ótimo: Wagner Moura, Fernanda Torres, Lázaro Ramos, Camila Pitanga, Bruno Garcia, Tonico Pereira, entre outros.


  • O Ditador (2012)

Depois de ganhar o mundo com o hilário Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América, de 2006, e com o ótimo Brüno, de 2009, Sacha Baron Cohen entregou O Ditador, que acompanha a história do General Aladeen, ditador da República de Wadiya, localizada no norte da África. Ele dedica sua vida inteira a garantir que a democracia jamais chegue ao seu país, enquanto ergue estátuas em sua homenagem e cria seus próprios Jogos Olímpicos. Quando a comunidade internacional suspeita que Wadiya está construindo uma arma nuclear, ele é intimado a se explicar na sede da Organização das Nações Unidas, nos Estados Unidos. No entanto, quando ele se encontra com a democracia americana, as coisas não saem como ele esperava. A comédia, que é subestimada, traz uma ótima sátira aos ditadores do mundo e sobre como enxergamos a democracia estadunidense. Além disso, os momentos em que Aladeen pede a execução de quem o desagrada são hilários!


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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 26 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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