Bode na Sala
Destaque Especiais Filmes Netflix

Dica de Quinta | Cinco filmes na Netflix que farão você ficar tenso do início ao fim

Prepare-se para ficar grudado na poltrona!

Dica de Quinta | Cinco filmes na Netflix que farão você ficar tenso do início ao fim

Sabe quando você quer assistir a um filme que te deixa grudado na poltrona? Pois bem, nessa Dica de Quinta, separamos cinco ótimos longas — alguns não tão conhecidos — que te deixarão tenso do início ao fim.

Então, prepare a pipoca, a água com açúcar e vamos ao que interessa:


  • O Experimento de Aprisionamento de Stanford (2015)

Inspirado em uma história real, o longa mostra um grupo de estudantes de Stanford que, nos anos 1970, aceita fazer parte de um experimento de aprisionamento, no porão do campus, em que alguns seriam os presidiários e outros dariam vida aos guardas. No entanto, como diz aquela velha máxima, “dê poder a um homem e descubra quem ele é de verdade”. Pois bem, é isso o que realmente acontece. Os jovens que interpretam os guardas acabam sentindo “o gosto do sangue” e perdem a noção da ética e de que aquilo não é real. Os rapazes que estão aprisionados, por sua vez, começam a elaborar planos de fuga e de como derrotar os guardas.  O longa, que conta com um excelente jovem elenco, como Ezra Miller, Tye Sheridan, Michael Angarano e Logan Miller, além do veterano Billy Crudup como cientista responsável pela pesquisa. A situação toma proporções tão grandes que é impossível não ficar nervoso com cada passo que os personagens dão — ou não podem dar.


  • A Visita (2015)

Este suspense tem dois grandes méritos: ser um filme de terror esperto o suficiente para não se levar a sério e por ser o primeiro bom longa de M. Night Shyamalan em uma década. Enquanto a mãe (Kathryn Hahn) está num cruzeiro, os irmãos Tyler (Ed Oxenbould) e Becca (Olivia DeJonge) vão visitar seus avós pela primeira vez, já que uma séria briga entre eles e a mãe impediram as crianças de os conhecerem. Enquanto documenta tudo para o seu projeto de cinema, Becca e seu irmão notam o estranho e, por vezes, aterrorizante comportamento dos avós e decidem investigar. A Visita é um eficiente retorno a forma para o diretor, contando com uma característica reviravolta surpreendente e com os personagens enfrentando seus traumas passados no clímax da história.


  • Corrente do Mal (2014)

Corrente do Mal, da A24, é um terror muito original, pois foge dos clichês atribuídos a esse tipo de seguimento. A câmera é poderosa, viajando por todos os ângulos, causando aflição, traduzindo a agonia das personagens. A premissa é simples e, se não tivesse sido tão bem trabalhada, poderia cair facilmente numa vertente ridícula. Em Detroit, numa época não especificada, existe uma espécie de vírus que só é passado através do ato sexual, sendo que a pessoa que está “infectada” passa a ser seguida por uma espécie de entidade maligna, que a perseguirá até matá-la, caso ela não repasse a maldição para outra pessoa. Pode parecer um plot absurdo, mas o roteirista/diretor David Robert Mitchell é muito competente e traz referências dos melhores filmes do gênero nos anos 1970 e 1980. Ele constrói uma atmosfera tensa e claustrofóbica, sem precisar usar de truques baratos para assustar o espectador. No fim, Corrente do Mal é uma experiência recompensadora quando entrega um suspense à moda antiga, fugindo da mesmice em que se encontra o terror nos últimos anos.


  • Sob a Sombra (2016)

Durante a guerra Irã-Iraque, nos anos 1980, Shideh (Narges Rashidi) ignora o convite do marido para que ela e Dorsa (Avin Manshadi), sua filha, se abriguem na casa de seus pais, pois Teerã, a capital do Irã, está prestes a se tornar um campo de batalha. Tudo muda quando um míssil adormecido atinge o prédio onde elas moram. Nesse meio assustadoramente realista, a boneca favorita de Dorsa some e a garotinha começa a colocar a culpa nos djinn, criaturas aterrorizantes da cultura islâmica. E, mesmo parecendo absurdo, a mãe da menina, com o passar do tempo, também começa a acreditar nos seres malignos. Conduzido pelo iniciante — e muito talentoso — Babak Anvari, a tensão do longa vai crescendo continuamente, misturando elementos clássicos do terror com fortes críticas ao tratamento da mulher na sociedade islâmica, além dos absurdos da guerra.


  • Nerve: Um Jogo Sem Regras (2016)

Apesar de parecer apenas mais um título voltado para um público juvenil que busca diversão simples, Nerve: Um Jogo Sem Regras (que até pode servir para o propósito citado anteriormente), entrega algo a mais: muita tensão. A trama acompanha a jovem entediante Vee (Emma Roberts) que, para provar que pode ser descolada e imprevisível, aceita participar de Nerve, uma espécie de jogo de desafios online, em que os usuários cumprem tarefas cada vez mais difíceis para faturar uma grana e virar popular entre os internautas, uma vez que o aplicativo transmite todos os seus passos em tempo real. No entanto, quando os caminhos de Vee e Ian (Dave Franco) se cruzam, ambos se veem em um caminho sem volta, em que terão que zerar o jogo para se verem livres dos perigos — que não são poucos — que Nerve oferece.


Quer ficar por dentro de todas as novidades sobre filmes e séries? Curta a nossa página no Facebook!

The following two tabs change content below.
Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 26 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close