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Especial | 10 ótimos filmes e séries que são spin-offs

Algumas vezes, derivados acabam sendo gratas surpresas!

Especial | 10 ótimos filmes e séries que são spin-offs

Muitas vezes, personagens secundários ou tramas paralelas em filmes ou séries se destacam tanto, mostram tanto potencial, que acabam tendo uma chance de seguir carreira solo, ganhando um spin-off, também conhecido como derivado.

Mas eles sempre dão certo? Bom, temos que admitir que, na maioria das vezes, não… Elektra que o diga, né? Então, por conta disso, resolvemos separar 10 ótimos derivados que fazem jus ao seu material original.

Confira:


  • Rogue One: Uma História Star Wars (2016), por Rafael Bernardes

O primeiro filme da franquia Star Wars que foge da cronologia dos episódios. Rogue One: Uma História Star Wars chegou com a missão de explicar como a Aliança Rebelde conseguiu roubar os planos de destruição da Estrela da Morte para, depois, destruí-la com a ajuda de Luke e Han Solo. Na trama, Jyn Erso acaba liderando a invasão. O longa, além de complementar a história e fechar a cronologia sem deixar pontas soltas, consegue ampliar aquele universo, mostrando mais sobre como as pessoas cultuavam a força. Com um bom ritmo, Rogue One contém ótimas cenas de guerra, passando aquele clima que dificilmente encontramos na saga. A ação é um dos principais atrativos, mas a história está longe de ser ruim. Além disso, a produção contém a melhor cena de ação envolvendo Darth Vader de toda a franquia.


  • O Justiceiro (2017 – atualmente), por Rafael Bernardes

A série do Demolidor, exibida na Netflix, foi um sucesso absoluto, tanto de público, quanto de crítica. A primeira temporada chegou com tudo e mostrou uma qualidade que não esperávamos em uma série de heróis. O segundo ano estreou, mas a qualidade caiu um pouco. O principal ponto forte da temporada foi um personagem em especial: o Justiceiro. Nos quadrinhos, Frank Castle mata sem pestanejar, tudo por uma causa por trás. Na produção, ele deseja vingar a sua família, morta por criminosos. O personagem deseja “limpar” Hell’s Kitchen. Há uma complexidade que deveria ser mais explorada. Foi então que a série O Justiceiro foi criada. A qualidade não era a mesma de Demolidor, mas a essência do personagem apresentado anteriormente está presente. O sangue, as cenas de ação, tudo é extremamente cativante e fazem com que valha a pena mergulhar mais nesse universo do submundo de Nova York.


  • Animais Fantásticos e Onde Habitam (2016), por João Vitor Hudson

De um objeto de estudo em Hogwarts, Newt Scamander ganhou um spin-off para chamar de seu. Estrelado por Eddie Redmayne (vencedor do Oscar de Melhor Ator por A Teoria de Tudo), o filme se passa na Nova York dos anos 1920 e mostra o sr. Scamander chegando na cidade com a intenção de catalogar novas espécies mágicas. Após deixar todos os animais de sua maleta escaparem, o excêntrico magizoologista se envolve em um problema com o Congresso Mágico dos Estados Unidos e com o grupo radical de no-majs Second Salamers, que busca o extermínio da sociedade bruxa. O resultado disso tudo foi um divertido filme de fantasia que expande o mundo criado por J. K. Rowling e, em breve, conheceremos mais dele, pois uma continuação está marcada para novembro deste ano.

 

  • Creed: Nascido para Lutar (2015), por João Vitor Hudson

Nove anos depois da última luta de Rocky Balboa (Sylvester Stallone), o clássico lutador de boxe precisa enfrentar um desafio maior: treinar Adonis Johnson (Michael B. Jordan), filho do grande campeão Apollo Creed, que morreu no ringue lutando contra Ivan Drago. Após perder seu relacionamento com todas as pessoas próximas, inclusive seu filho, Balboa vê em Adonis a força que seu antigo amigo possuía, e se torna seu mentor. O filme mostra um drama nunca antes visto na franquia, pois foca na história do jovem que não quer viver à sombra de seu pai e no velho que precisa enfrentar a solidão e uma doença fatal. O elogiado longa rendeu alguns prêmios e nos brindou com a melhor atuação da carreira de Stallone. Uma continuação está marcada para chegar aos cinemas no final de 2018.


  • Better Call Saul (2014 – atualmente), por Diego Francisco

Era virtualmente impossível que um spin-off pudesse atingir o nível de qualidade e excelência visto em Breaking Bad, mas Better Call Saul faz um ótimo trabalho ao preencher o vazio deixado pela obra-prima que o inspirou. Com toda a equipe de Breaking Bad reunida, a série tem a mesma qualidade técnica e atenção a detalhes de sua predecessora. Saul Goodman (Bob Odenkirk) e Mike (Jonathan Banks) são os dois pilares que sustentam a derivada, suas tramas são bem construídas e mantem o interesse e a tensão mesmo sabendo que os dois sairão vivos das situações perigosas que entram. Better Call Saul ainda conta com boa parte do elenco de apoio de Breaking Bad, com presenças marcantes de personagens como Gus Fring (Giancarlo Esposito), Hector Salamanca (Mark Margolis) e Tuco (Raymond Cruz).

 


  • Bem-Vindo aos 40 (2012) por Diego Francisco

Continuação de Ligeiramente Grávidos, este spin-off segue a vida de casados de Pete (Paul Rudd) e Debbie (Leslie Mann), irmã da personagem de Katherine Heigl. A comédia aborda os problemas da vida de casado, o tédio, a rotina e a crise de meia-idade. Apesar de ser mais longo do que deveria (um problema recorrente na carreira do Judd Apatow), Bem-Vindo aos 40 conta com piadas efetivas, o carisma infinito de Paul Rudd, o retorno de alguns personagens de Ligeiramente Grávidos e participações especiais de outros famosos em ótimas pontas, como Melissa McCarthy, Megan Fox e Bil Hader.


  • Star Wars: The Clone Wars (2008 – 2013), por Diego Francisco

Situada entre O Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith, a animação expande a Guerra Clônica e a mitologia do mundo de Star Wars. Dentre muitos acertos, como humanizar os stormtroopers, o maior feito da série foi a caracterização de Anakin Skywalker. Deixando para trás a figura mimada e falha da interpretação do Hayden Christensen, aqui Anakin é um líder durão, com uma queda por não seguir as regras e conflitos internos, sua relação com a padawan Ahsoka Tano é uma das melhores partes de Clone Wars. Depois de finalizada, ainda inspirou a elogiada sequência Star Wars: Rebels.


  • Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. (2013-atualidade), por João Vitor Hudson

A primeira série de TV do Universo Cinematográfico Marvel coloca Phil Coulson (Clark Gregg) como protagonista, que monta uma pequena equipe de agentes para lidar com alguns casos estranhos que surgiram após a invasão dos Chitauri vista em Os Vingadores. A série está sempre conectada com os filmes,e os eventos que nela acontecem podem ser considerados como o “submundo do MCU”. Mas você deve estar se perguntando: o Coulson não foi morto pelo Loki? Bom, a série te explica porque o agente está vivo, e comprova que o Universo Marvel tem muito mais a oferecer do que apenas super-heróis fantasiados.


  • Os Simpsons (1989 – atualmente), por Carlos Redel

A série mais antiga em exibição na TV, Os Simpsons é, na verdade, um spin-off de The Tracey Ullman Show. A família mais querida da televisão nasceu como uma esquete dentro da atração, em 1987. O sucesso foi tanto que, dois anos mais tarde, Homer e sua família ganharam uma série para chamar de sua, tornando-se um fenômeno mundial. Com mais de 600 episódios produzidos, Os Simpsons já virou filme, em 2007, e, inclusive, tem uma estrela da Calçada da Fama de Hollywood. Atualmente, a série de Matt Groening está em sua 29ª temporada.


  • Xena: A Princesa Guerreira (1995 – 2001), por Carlos Redel

A primeira aparição de Xena, na verdade, aconteceu na série Hércules: A Lendária Jornada, que era estrelada por Kevin Sorbo. A princesa guerreira interpretada por Lucy Lawless entrou na atração como uma vilã para um arco de três episódios, em 1995, sendo que o seu destino era a morte no último deles. No entanto, a participação da personagem foi tão bem aceita pelo público que ela acabou se aliando a Hércules e esticou a sua participação para quatro episódios. Mais tarde, no mesmo ano, Xena ganhou a sua própria série, que durou seis temporada, tendo, inclusive, mais episódios produzidos que a atração que a originou. A atração pode não ser uma grande maravilha, mas, certamente, faz parte da criação de toda a geração que cresceu nos anos 1990 — e isso merece uma homenagem.


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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 26 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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