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Dica de Quinta | Cinco filmes clássicos dos anos 1970 que estão disponíveis na Netflix

Se você ainda não assistiu a esses longas, não perca mais tempo!

Dica de Quinta | Cinco filmes clássicos dos anos 1970 que estão disponíveis na Netflix
Para esta Dica de Quinta, nós fomos ao sótão, afastamos as teias de aranha, tiramos camadas de pó dos arquivos da Netflix e decidimos revisitar alguns clássicos. Voltamos à década de 1970 para mostrar que nem tudo era discoteca e calças boca-de-sino. Máfia, faroeste, batalhas espaciais, fugas de prisão e filmes ‘bíblicos’ (ou quase isso). Foram anos fantásticos, não? Aqui vai uma lista bem eclética de filmes, com boas opções para toda família.

  •  O Poderoso Chefão (1972) / O Poderoso Chefão: Parte II (1974)

Vou começar a Dica de hoje ‘trapaceando’ ao colocar dois filmes de uma vez, mas quando se trata de O Poderoso Chefão, é impossível assistir um só. E mais, é impossível decidir qual é o melhor. Com direção de Francis Ford Coppola e as atuações icônicas de Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Robert Duvall, Robert De Niro, entre outros, os filmes contam a saga da Família Corleone desde a chegada de Don Vito (Brando) a Nova York até a ascensão de Michael (Pacino) à liderança do império construído por seu pai. Tudo bem, existe a terceira parte da trilogia que não entra na lista porque foi lançado apenas em 1990, mas nem preciso sugerir ele porque, depois de verem os dois primeiros, duvido que não queiram ver como a história termina…

  • O Estranho Sem Nome (1973)
 
Clint Eastwood construiu uma exitosa carreira em filmes de faroeste, e este é um dos seus trabalhos mais admirados. Um estranho misterioso aparece na cidade de Lago e, apesar de se mostrar um homem perigoso e violento, ele se torna a única esperança dos habitantes para defender a pacata cidade de três pistoleiros que fugiram da prisão. Apesar do público atual perceber alguns pontos bem controversos que eram mais facilmente aceitos quatro décadas atrás, O Estranho Sem Nome ainda impressiona pela história e pelo clima do filme que, mesmo adicionando elementos menos usuais, utiliza muito bem os ingredientes das melhores produções do gênero.

  • Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977)

Foi aí que tudo começou. Talvez, a franquia mais cultuada da história do cinema, Star Wars só chegou ao patamar que está hoje porque George Lucas conseguiu, com este filme, impactar toda uma geração. Para quem, por um acidente do destino, se manteve até hoje sem ver nenhum filme da saga, eu sempre recomendo que assistam seguindo a ordem pela qual foram lançados no cinema, e Uma Nova Esperança é o primeiro deles. Deixem as prequels para depois de se apaixonarem pela história. Isso vai ajudar muito a gostar delas. No Episódio IV, vemos a princesa Leia (Carrie Fisher) enviando um pedido de socorro para Obi Wan Kenobi (Alec Guiness) , quando sua nave é interceptada pelas forças do Império. No entanto, a mensagem cai nas mãos de Luke Skywalker (Mark Hamill), um jovem fazendeiro que nem imagina a íntima ligação que possui com os eventos que acabaram por lhe arrastar para a guerra contra o Império Galático. Além dos personagens já citados, é neste filme que conhecemos Han Solo, Chewbacca, Jabba e, obviamente, Darth Vader. São muitos heróis e vilões fantásticos em um universo que, felizmente, está sendo muito bem explorado nos cinemas novamente.

  •  Fuga de Alcatraz (1979)
Dirigido por Don Siegel, este é um dos mais importantes clássicos dos filmes de prisão.  Apesar do ritmo por vezes lento, Fuga de Alcatraz prende a atenção do início ao fim. Baseado em uma história real, o filme nos apresenta Frank Morris (Clint Eastwood), um astuto ladrão de bancos com um longo histórico de tentativas de fugas da prisão. Ele é enviado para Alcatraz, também conhecida como “A Rocha”, uma penitenciária de segurança máxima que fica em uma ilha. Todos que tentaram fugir de lá foram recapturados ou morreram tentando. Mas Frank Morris está disposto a mudar isso.

  •  A Vida de Brian (1979)
Dirigido por Terry Jones, este é o tipo de comédia que apenas o Monthy Python teria coragem de fazer mais de 40 anos atrás. Brian nasce no mesmo dia que Jesus, na mesma hora, em um estábulo ao lado. Desde então, começam os desencontros e mal entendidos que levarão Brian a uma vida cheia de percalços e situações inimagináveis, diversas vezes sendo inclusive confundido com o messias. É um dos melhores filmes do grupo de comediantes britânico, e é incrível como seu humor se mantém atual mesmo tantos anos depois.

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André Bozzetti

André Bozzetti é professor. Formado em educação física e cinéfilo desde que se entende por gente, começou a estudar a sétima arte por conta própria e criou o projeto Clube das 5 de cinema escolar, do qual é coordenador atualmente, no município de Alvorada. Tem uma queda forte pelo cinema europeu mas não dispensa um bom blockbuster. Sente saudades dos filmes de Vincent Price nas sessões do Corujão.

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