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Especial | Os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, do pior ao melhor

Com Vingadores: Guerra Infinita, o MCU comemorou os seus 10 anos de existência!

Especial | Os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, do pior ao melhor

Em 2008, com o lançamento de Homem de Ferro, iniciava-se o Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês). Na época, não se imaginava que a franquia seria a mais bem-sucedida da história — e isso em apenas 10 anos de existência. Com 19 filmes lançados, a jornada dos heróis chegou ao seu clímax com o grandioso Vingadores: Guerra Infinita, que estreou na última semana de abril.

Por conta disso, o Bode na Sala preparou esse ranking, do pior ao melhor filme lançado pelo Marvel Studios, apontando as qualidades e os defeitos de cada um dos longas, mas, principalmente, queremos homenagear o MCU, que tantas alegrias deu para os fãs de filmes de super-heróis.

Cada um dos membros do site deu suas respectivas notas aos filmes listados. A média geral é a que será apresentada nos textos.


19º – Thor: O Mundo Sombrio (2013), por Diego Francisco – Média geral: 4,6/10

Depois do lançamento do fraco Homem de Ferro 3, 2013 continuou sendo um ano ruim para a Marvel com O Mundo Sombrio. Enquanto o primeiro Thor já não era lá essas coisas, ao menos era um filme divertido e inofensivo. A sequência é a produção mais fraca até o momento, nada se destaca: as cenas de ação são genéricas, o vilão é o mais esquecível o possível – vale lembrar que o papel de Malekith (Christopher Eccleston) quase foi de Mads Mikkelsen, que mais tarde interpretou Kaecilius, vilão de Doutor Estranho –, o humor e o romance são forçados e a estendida participação do Loki, um dos únicos pontos redentores, é claramente uma resposta ao sucesso do personagem graças ao carisma do Tom HiddlestonThor: O Mundo Sombrio só não é um filme desnecessário pela presença do Éter, a joia da realidade.


18º – Homem de Ferro 3 (2013), por Carlos Redel – Média geral: 5/10

Infelizmente, a saga do Homem de Ferro em seus filmes solo é uma decrescente. Após um excelente primeiro episódio e um segundo longa legal, o primeiro herói levado às telonas dentro do Universo Cinematográfico Marvel consegue entregar um decepcionante desfecho para a sua trilogia. Dessa vez, no entanto, o herói perde os seus ‘poderes’ — graças à sua arrogância, vale ressaltar — e precisa enfrentar grandes perigos de cara limpa. E isso transforma o longa em uma aventura policial, que até seria divertida, se não fosse uma história do Homem de Ferro. Além disso, temos a destruição do principal vilão do herói. Após ver o filme, fica a certeza: ele foi erroneamente intitulado de Homem de Ferro 3 ao invés de Tony Stark 1.


17º – Thor (2011), por João Vitor Hudson – Média geral: 6,6/10

Um filme do Poderoso Thor era um sonho de muitos fãs dos quadrinhos da Marvel. Com um elenco forte, composto por nomes conhecidos como Anthony HopkinsNatalie Portman e Stellan Skarsgard, a expectativa era que o longa fosse magnífico. Não foi o caso. Aqui vemos um Thor imprudente, e ficou claro ali que, apesar de semelhante à forma física do personagem, Chris Hemsworth era só isso (algo que mudou após Thor: Ragnarok, onde o ator entregou a melhor performance do personagem). Felizmente, o Loki de Tom Hiddleston foi um ótimo vilão e o visual do filme não decepciona, entregando uma Asgard deslumbrante. Thor não é totalmente um erro, é até uma boa diversão, mas é um pouco decepcionante.


16º – Homem-Formiga (2015), por Diego Francisco – Média geral: 6,8/10

A primeira comédia declarada do Marvel Studios quase se tornou um dos seus melhores títulos, isso se Edgar Wright continuasse na direção – ele foi demitido e substituído no meio da produção por diferenças criativas. O estilo de Wright é presente no decorrer do filme, mas não é o suficiente para salvá-lo de ser apenas uma boa aventura, nada de especial ou memorável. Paul Rudd, carismático como sempre, brilha como Scott Lang, herói improvável que, ao lado do Gavião Arqueiro, é o mais humano dos Vingadores. Homem-Formiga é um divertido filme de assalto e é uma ótima introdução ao personagem antes de sua participação em Capitão América: Guerra Civil.


15º – Homem de Ferro 2 (2010), por João Vitor Hudson – Média geral: 6,9/10

Após uma grande estreia nos cinemas, Jon Favreau tinha o desafio de continuar a história do Homem de Ferro e ainda fazer “propaganda” para Os Vingadores em Homem de Ferro 2. Apesar de ser um filme divertido, ele é bem inferior ao primeiro, e tem diversos erros. Ivan Vanko (Mickey Rourke) é um vilão meia-boca, mas proporciona boas cenas de ação, como aquela na pista de corrida em Mônaco. O longa também apresenta Don Cheadle como o Coronel Rhodes, substituindo Terrence Howard, que havia discutido com os executivos da Marvel, e convenhamos, ficou bem melhor. Além disso, o filme mostra pela primeira vez a Viúva Negra de Scarlett Johansson, e ali já vemos o potencial de combate corpo a corpo da personagem. É um bom filme, mas inegavelmente um dos mais fracos da Marvel.


14º – Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), por André Bozzetti – Média geral: 7/10

Quando O Primeiro Vingador foi lançado, a primeira fase do MCU já estava consolidada. Todos os outros principais heróis tinham seus filmes solo e estava se desenhando a formação dos Vingadores. Cronologicamente, o filme acontece antes de todos os outros, pois mostra a origem do Capitão América durante a Segunda Guerra Mundial. Uma escolha acertada, visto que esta história não é tão popular entre o público que não lê quadrinhos e, na época, inclusive, muita gente ficou surpresa com o fato dele ter ficado congelado por décadas. Chris Evans assumiu muito bem o manto do Capitão, fazendo todo mundo esquecer aquele tenebroso Tocha Humana que ele interpretou anteriormente. Sua versão do Steve Rogers antes de receber o soro do Super Soldado é um dos pontos altos do filme. Pode não estar entre os mais bem posicionados no ranking, mas ainda assim é um bom filme.


13º – Vingadores: Era de Ultron (2015), por Diego Francisco – Média geral: 7/10

Depois do sucesso esmagador de Os Vingadores e de um 2014 que é, sem dúvidas, o melhor ano da Marvel até aqui, a expectativa em cima de Era de Ultron era sufocantes; o filme é ótimo, mas não conseguiu fazer jus ao hype. Os pontos positivos: as cenas de ação estão ainda mais polidas e as interações dos Vingadores no meio da batalha são colírio para os olhos; o desenvolvimento dos personagens é ótimo (principalmente o destaque para o Gavião Arqueiro de Jeremy Renner), e Ultron (James Spader) é um vilão competente. Em contrapartida, Era de Ultron sofre por ser o filme do meio e gasta muito tempo preparando o território para inúmeras sequências, e o romance entre Bruce Banner (Mark Ruffalo) e a Viúva Negra (Scarlett Johansson) saiu do nada.


12º – O Incrível Hulk (2008), por João Vitor Hudson – Média geral: 7,1/10

Antes de Mark Ruffalo dizer que está sempre com raiva em Os Vingadores, o monstro verde foi vivido no Universo Cinematográfico da Marvel por Edward Norton. Bruce Banner está escondido no Brasil após 5 anos fugindo do governo norte-americano. Enquanto busca uma cura para a radiação gama, o General Ross (William Hurt, que viria a aparecer novamente em Guerra Civil) acaba descobrindo seu paradeiro, e isso faz com que o cientista precise fugir novamente. O filme acerta ao mostrar um Banner cansado de ser o que é, um monstro, e mais ainda em cenas de ação memoráveis, como a incrível luta de Hulk contra o Abominável (Tim Roth), mas peca ao jogar personagens mal escritos na trama, como é o caso de Betty Ross (Liv Tyler) e o doutor Samuel Sterns (Tim Blake Nelson). É um ótimo filme, mas por seu fraco desempenho nas bilheterias e sua dividida recepção, é pouco lembrado pelos fãs da Marvel.


11º – Thor: Ragnarok (2017), por André Bozzetti – Média geral: 7,6/10

O sucesso surpreendente dos Guardiões da Galáxia parece ter interferido nos planos da Marvel, que resolveu fazer um teste ousado: aumentar a dose de piadas em seus filmes já bem recheados de humor. O personagem escolhido  para isso foi o Thor. Após dois filmes solo fracos, que figuram entre os piores em nosso ranking, uma mudança se fazia mesmo necessária, e ela veio pelas mãos de Taika Waititi. A sequência inicial diverte, mas o humor não consegue manter um bom nível por muito tempo. A necessidade de se colocar piadas em tudo acabou provocando muitos momentos embaraçosos, de falas realmente ruins e totalmente incoerentes com o momento ou com o que conhecíamos dos personagens, em especial Bruce Banner. Falando nele, é uma pena que a aparição do Hulk tenha sido entregue nos trailers. Se fosse uma surpresa do filme, seria sem dúvida a melhor cena do ano no universo Marvel, simplesmente pelo impacto que provocaria, algo que não aconteceu pois todos já contavam com aquilo. Cate Blanchett está muito bem como Hela, Tom Hiddleston acerta o tom de seu Loki, mas quem rouba a cena sempre que aparece é Jeff Goldblum, como o espalhafatoso Grão-Mestre. Thor: Ragnarok é disparado o melhor filme do Deus do Trovão, mas infelizmente ainda ficou em um nível mediano por ter passado um pouco do ponto no humor, e ter ficado devendo um pouco mais de ação.


10º – Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), por André Bozzetti – Média geral: 8,1/10

O primeiro filme solo do Cabeça de Teia feito pela Marvel Studios se passa após os eventos ocorridos em Guerra Civil, e mostra um herói imaturo, ansioso para viver aventuras com os Vingadores. No entanto, ele é deixado de lado, e precisa enfrentar os desafios de sua vida escolar e os pequenos problemas do seu bairro. A decisão de não mostrar novamente a origem de seus poderes foi muito acertada, pois esta história já foi contada de duas formas diferentes no cinema e quase todo mundo já conhecia. Tom Holland se mostra um excelente Peter Parker, tanto fisicamente quanto no timing cômico. Seu inimigo, o Abutre, funciona muito bem por possuir uma história coerente e pela excelente atuação de Michael Keaton, que torna o vilão um ser ameaçador o tempo inteiro. Os pontos que geraram alguns comentários negativos foram o confronto final com o Abutre e um envolvimento talvez excessivo do Homem de Ferro na trama.


9º – Doutor Estranho (2016), por Rafael Bernardes – Média geral: 8,1/10

Ao trazer um ator do nível de Benedict Cumberbatch para viver o mago supremo, a Marvel garantiu o sucesso de Doutor Estranho. O ator entrega um excelente personagem, com todo o seu ego e prepotência, em uma jornada de transformação. Além do protagonista, Tilda Swinton interpreta a Anciã com maestria. O principal problema do longa é, definitivamente, o vilão. A trama misteriosa e com um bom senso de gravidade, muitas vezes é tomada por piadas e o tom é desconstruído. O filme apresenta muito bem um novo personagem e amplia o universo, apresentando a magia. Ganchos são deixados para os próximos filmes. Doutor Estranho é uma produção divertida, que segue a fórmula Marvel e que desenvolve muito bem um ótimo personagem.


8º – Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017), por João Vitor Hudson – Média geral: 8,2/10

Três anos depois de acertar com Guardiões da GaláxiaJames Gunn entrega uma continuação tão bem-sucedida quanto seu antecessor. O filme não tem um vilão específico (entregar esse detalhe seria considerado um spoiler), mas ele abre espaço para sabermos mais do passado de Peter Quill (Chris Pratt). O longa ainda divide o grupo em duplas improváveis, como é o caso de Mantis (Pom Klementieff) e Drax (Dave Bautista), e desenvolve as relações familiares como nenhum outro filme da Marvel havia feito antes. Guardiões da Galáxia Vol. 2 peca em seu excesso de piadas em momentos desnecessários, mas ainda é um ótimo filme, com uma trilha sonora tão boa quanto a do primeiro, e momentos cada vez mais divertidos com o Baby Groot (Vin Diesel).


7º – Homem de Ferro (2008), por João Vitor Hudson – Média geral: 8,3/10

O início do Marvel Studios foi um grande acerto. Robert Downey Jr. ganhou na loteria com o papel de Tony Stark e entregou um personagem egocêntrico, mas cheio de carisma. Nos fundos de uma caverna do Afeganistão, vemos o surgimento do Homem de Ferro, com um protótipo de armadura para poder fugir, e após ver o estrago que as armas de sua empresa provocaram, ele decide que é hora de parar de fabricá-las. Isso gera uma fúria em Obadiah Stane (Jeff Bridges), um antigo sócio de Howard Stark, e para um primeiro vilão para o Universo Marvel, ele se saiu muito bem. Homem de Ferro termina com uma das frases mais icônicas do MCU, e foi por causa deste filme que as famosas cenas pós-créditos ganharam fama. Sem dúvida, um dos pilares da Marvel no cinema!


6º – Os Vingadores (2012), por Diego Francisco – Média geral: 8,4/10

Após quatro anos de construção, todos se perguntavam a mesma coisa: conseguiria Os Vingadoresentregar tudo o que prometeu? Todos nós já sabemos a resposta. Assumindo a terceira maior bilheteria da história do cinema no ano do seu lançamento, aprovação excelente do público e da crítica, o filme foi um fenômeno. Todos os heróis tiveram um tempo de tela equilibrado, as cenas de ação foram espetaculares e dinâmicas, Loki (Tom Hiddleston) mais uma vez foi um ótimo vilão e o humor estava no ponto. Até hoje Os Vingadores se consagra como um dos melhores filmes do gênero e foi uma mostra ao mundo do que a Marvel era capaz de fazer nos cinemas.


5º – Guardiões da Galáxia (2014), por Rafael Bernardes – Média geral: 8,6/10

Quando o universo de heróis da Marvel já está estabelecido na Terra, eles resolvem colocar em tela os Guardiões da Galáxia, pouco conhecidos e um tanto bizarros. O grande público não sabia da existência desses personagens e não fazia muito sentido resgatá-los dos quadrinhos, ainda mais por estarem no espaço. Mas o estúdio foi extremamente inteligente, adotando um tom mais humorístico ainda do que já estava sendo apresentado. A surpresa fisgou os espectadores e o filme foi um sucesso, garantindo a sua continuação e participação dos heróis em Vingadores: Guerra Infinita. O grande mérito, além do humor, é a elaboração de uma trilha sonora oitentista que passa todo o clima da obra. Apesar de se passar no espaço, há uma ambientação retrô e charmosa, fisgando os nerds mais velhos e nostálgicos. Guardiões da Galáxiapode ser considerado como um dos maiores exemplos do sucesso da Marvel.


4º – Pantera Negra (2018), por Carlos Redel – Média geral: 9/10

Provavelmente, um dos mais importantes filmes do Marvel Studios. Pantera Negra, além de trazer uma fascinante imersão em Wakanda, uma história que vai muito além de uma simples trama de super-herói, com disputa por reino, cultura africana e representatividade, por ter um elenco majoritariamente negro. Pantera Negra consegue acertar em praticamente tudo a que se propõe, inserindo, inclusive, um dos melhores vilões do Universo Cinematográfico da Marvel, o Killmonger (Michael B. Jordan) — algo que a Marvel não tem muita tradição em acertar. Certamente, merecedor de uma das primeiras posições.


3º – Capitão América: Guerra Civil (2016), por André Bozzetti – Média geral: 9,3/10

Não à toa, Guerra Civil está colocado entre os melhores filmes da Marvel. Com uma premissa muito bem trabalhada que cria um conflito compreensível entre os heróis, contando com a participação de um número enorme de personagens, e trazendo para as luzes figuras do gabarito do Pantera Negra e o Homem-Aranha, o filme só podia mesmo ser um sucesso. A sequência da batalha no aeroporto é simplesmente épica, com destaque para o Homem-Aranha e para o Homem-Formiga. A participação dos dois na luta é empolgante, contando com várias ações que não havíamos presenciado ainda. O filme dá uma boa conclusão para o arco dramático iniciado em O Soldado Invernal.


2º – Capitão América: O Soldado Invernal (2014), por Rafael Bernardes – Média geral: 9,5/10

Que ano foi 2014! Além de Guardiões da Galáxia, surge a continuação de Capitão América: O Primeiro Vingador. Passando nos dias de hoje, Capitão América: O Soldado Invernal apresenta um vilão totalmente físico, porradeiro, sem motivações, para que os verdadeiros antagonistas sejam revelados ao longo do filme. A obra nos apresentou os Irmãos Russo, diretores da produção e que, depois disso, se consolidaram como os principais cineastas do Marvel Studios. O longa revolucionou de certa forma as produções do estúdio, tendo uma trama muito mais pé no chão, em comparação com os filmes anteriores. É desenvolvido como um filme de ação com muita espionagem, semelhante aos filmes da franquia Bourne, mas com a sua própria identidade. Tecnicamente impecável, o segundo filme do Capitão é considerado por muitos como o melhor filme da Marvel e, certamente, é merecedor de sua posição no ranking.


1º – Vingadores: Guerra Infinita (2018), por Carlos Redel – Média geral: 9,8/10

Os 10 anos do Universo Cinematográfico da Marvel culminaram em Vingadores: Guerra Infinita e, por conta disso, o filme foi um dos mais aguardados dos últimos tempos — tanto que estreou quebrando recordes e mais recordes de bilheteria. E a qualidade do longa, será que fez jus ao hype? Fez! E ainda sobrou! Com graves consequências para os personagens (mesmo se elas forem revertidas mais adiante, no filme, elas foram reais), os Irmãos Russo conseguiram integrar a maioria dos heróis do MCU em uma aventura tensa do início ao fim, com ação impecável, uma história instigante, visualmente deslumbrante e, o mais importante, um vilão à altura dos grandes da cultura pop. Thanos, o verdadeiro protagonista da produção, leva o espectador para uma viagem em busca das Joias do Infinito para que ele possa dizimar a metade da humanidade e, assim, trazer o equilíbrio para o universo. O longa até pode ter alguns errinhos, como subaproveitar poderosos personagens para a história poder seguir em frente, mas nenhum defeito faz frente para o espetáculo que Vingadores: Guerra Infinita é. Sem dúvidas, um marco para os filmes de super-heróis.


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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 26 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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