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Dica de Quinta | Cinco ótimos (e recentes) filmes vencedores do Oscar que estão na Netflix

Para ir entrando no ritmo das premiações...

Dica de Quinta | Cinco ótimos (e recentes) filmes vencedores do Oscar que estão na Netflix

Os filmes que brigarão pelo Oscar 2018 já estão dando as caras nos cinemas ao redor do mundo. E, com o início da temporada de premiações, o Bode na Sala separou os cinco longas mais recentes a vencer o Oscar de Melhor Filme que estão disponíveis na Netflix. Felizmente, todos são ótimos e merecem ser vistos!

Confira:


  • Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016)

O mais recente longa a levar a estatueta de Melhor Filme, Moonlight: Sob a Luz do Luar é uma sensível e emocionante história de crescimento e descobrimento. Dirigido por Barry Jenkins, o longa acompanha três momentos distintos da vida de Chiron, um garoto negro de uma comunidade pobre de Miami e que, ao sofrer bullying, acaba encontrando uma figura paterna em um traficante local. Após, o filme salta no tempo e mostra as descobertas, problemas e dúvidas na adolescência do protagonista. A terceira parte acaba revelando que, já adulto, Chiron se torna uma pessoa retraída e, internamente, deslocada, mas fingindo ser durão para viver naquele meio. Tudo isso, embrulhado em um filme poético, visualmente lindo e com um incrível desenvolvimento de personagem. No elenco, atuações incríveis de Mahershala Ali e Naomi Harris.


  • 12 Anos de Escravidão (2013)

Com direção de Steve McQueen, 12 Anos de Escravidão se aprofunda na história de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um negro livre do século XIX, que ganha a vida como um respeitado músico, mas que acaba sendo sequestrado e vendido como escravo. Assim, ao longo dos 12 anos do título, vemos o personagem sofrendo explorações de diferentes senhores e buscando a sua liberdade roubada, em trama revoltante e emocionante. Com um elenco espetacular que, além de Ejiofor, conta com Michael Fassbender, Benedict Cumberbatch, Lupita Nyong’o, Paul Dano, Brad Pitt e Paul Giamatti, o filme é um cruel e importante retrato da história dos Estados Unidos.


  • Argo (2012)

No final dos anos 1970, o Irã tem uma mudança de poder e, assim, o país entra em ebulição. O antigo líder acaba conseguindo asilo político nos Estados Unidos, apoiador do seu governo opressor ao povo iraniano. Como consequência, diversos protestos contra os americanos tomam as ruas de Teerã, capital do país. Uma das manifestações acontece em frente à embaixada norte-americana, que acaba invadida. De lá, seis diplomatas conseguem escapar e se refugiam na casa do embaixador canadense, onde vivem por meses, sob sigilo absoluto. A CIA, então, busca um meio de retirá-los do país em segurança. E a melhor opção é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação de resgate, aproveitando o sucesso de filmes como Star Wars. Assim, é criada falsa ficção científica Argo, que usaria as paisagens desérticas do Irã como locação. Uma trama mirabolante – e real! O filme, dirigido pelo próprio Affleck, conta com nomes no elenco como Bryan Cranston, Alan Arkin e John Goodman. É, tenso, bem filmado e imperdível!


  • O Artista (2011)

Michel Hazanavicius leva o público do século XXI de volta à era muda do cinema com esta pérola! O Artista conta a história de George Valentin (Jean Dujardin), um ator de sucesso que não consegue lidar muito bem com a transição para o cinema falado. Para completar sua frustração, George ainda acompanha a jornada de uma jovem que ele incentivou a ser atriz (e por quem nutre uma paixão), que começa a brilhar na nova era cinematográfica. O filme é divertido, romântico e até triste, mas, o melhor de tudo, é que ele consegue ser tudo isso sem que seja dita uma única palavra. Pura ousadia em pleno ano de 2011. Um jovem clássico – com ares de antigo – que deve ser lembrado por muitas gerações!


  • O Discurso do Rei (2010)

Provavelmente, o vencedor do Oscar mais controverso da lista. Alguns adoram, outros não, mas muitos acham que ele não merecia a estatueta. No entanto, ele venceu. A trama acompanha a história do príncipe George (Colin Firth) que, desde os quatro anos, sofre de gagueira. Apesar de não parecer, este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. Após procurar diversos médicos, sem que nenhuma traga resultados eficazes, George é levado por sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala que tem métodos, digamos, pouco convencionais. Atuando também como psicólogo de George, Lionel acaba tornando-se amigo do príncipe e lhe dando confiança para que cumpra o desafio de assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce). O Discurso do Rei pode não agradar a todos, mas é inegável a sua qualidade e como Tom Hopper conseguiu transformar uma história pouco cinematográfica em um grande filme.


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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 26 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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