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Dica de Quinta | Cinco filmes modernos em preto e branco na Netflix

Separamos 5 ótimos filmes feitos em preto e branco por opção

Dica de Quinta | Cinco filmes modernos em preto e branco na Netflix

Quem nunca tirou uma foto e decidiu colocar um efeito preto-e-branco nela, não é mesmo? Na maioria das vezes, este recurso melhora a imagem. Por que não fazer isso também com filmes? A Dica de Quinta de hoje traz 5 filmes presentes na Netflix que foram feitos livre de cores, apenas com o preto, o branco e o cinza para contar suas histórias.


  • Frances Ha (2012)

Um dos filmes recentes mais queridos pelos fãs de cinema independente, Frances Ha conta a história de uma jovem de 27 anos que possui um alto astral mesmo em momentos ruins de sua vida. Estrelado e roteirizado por Greta Gerwig e dirigido pelo seu marido Noah Baumbach, o longa não possui um tom retrô apenas nas cores; constantemente o filme explora o vintage sem ignorar a modernidade, o que faz os “cults” se lembrarem da Nouvelle Vague a todo momento. Com um ar cômico otimista, é maravilhoso acompanhar a vida de Frances tentando ser uma dançarina profissional e trabalhando em empregos ruins. É impossível não se identificar com ela!


  • Frankenweenie (2012)

Versão em longa-metragem de um curta de Tim Burton, lá de 1984, o longa trabalha, principalmente, com a nostalgia. Na trama, Victor Frankenstein é um garoto que tem em seu cachorrinho Sparky o seu melhor amigo, uma vez que não socializa bem na escola. Após um trágico acidente, o animalzinho acaba morrendo. Assim, Victor, acaba usando um experimento para trazer o seu companheiro de volta – e dá certo! O filme busca homenagear as clássicas obras de monstros, além de investir em uma estética linda e uma interessante mensagem sobre luto e amizade. É um prato cheio para os fãs de Burton.


  • Ela Quer Tudo (1986)

O primeiro filme de Spike Lee é bem à frente de seu tempo. O foco da história está em Nola Darling, uma jovem do Brooklyn bem-sucedida e que possui três namorados, cada um deles com características extremamente diferentes entre si. O longa (quase) todo realizado em preto e branco teve um orçamento muito baixo, mas isso não impediu que Lee fizesse sua estreia com maestria, pois o filme é ótimo! Ela Quer Tudo é reflexivo, bonito, poético, e suas cenas sem cores só o deixam mais sexy do que seria se fosse colorido. É uma ótima pedida para fãs do estilo e novos fãs do diretor – e acaba de virar um seriado da Netflix!


  • O Artista (2011)

Michel Hazanavicius leva o público do século XXI de volta à era muda do cinema com esta pérola! O Artista conta a história de um ator de sucesso que não consegue lidar muito bem com a transição para o cinema falado, e ele fica mais magoado quando uma jovem que ele incentivou a ser atriz brilha na nova moda cinematográfica. O filme é divertido, é romântico, é até triste, mas o melhor de tudo é que ele consegue ser tudo isso sendo um filme mudo. Este vencedor de 5 Oscars é, sem dúvidas, um clássico que será lembrado por futuras gerações!


  • Nebraska (2013)

Um dia você acorda com a notícia de que ganhou um grande prêmio na loteria, mas que só pode ser retirado em uma cidade bem distante. O que você faz? É sobre isso que se trata Nebraska. O filme de Alexander Payne é cheio de um humor peculiar e trata seus personagens com uma sensibilidade que só o diretor consegue fazer, fazendo com que o público seja cativado pelo protagonista de Bruce Dern. A estética em preto e branco é uma das coisas que dá alma ao filme, mostrando através da fotografia o quanto os idosos são solitários e não são levados tão a sério como deveriam. É emocionante!


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João Vitor Hudson

João Vitor Hudson é um editor de vídeos que está se formando em Publicidade & Propaganda aos 21. Ama cinema desde quando desejava as férias escolares só pra assistir todos os filmes do Cinema em Casa e da Sessão da Tarde. Ainda não possui o hábito de ver filmes de terror e é um pouco leigo quando se trata de cinema nacional, mas é um carinha boa praça que não dispensa ver um filme. Fã confesso do Nolan, Aronofsky e da Pixar.

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