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Dica de Quinta | Cinco grandes clássicos do cinema para ver na Netflix

Filmes obrigatórios para todos os fãs do cinema

Dica de Quinta | Cinco grandes clássicos do cinema para ver na Netflix

De maneiras misteriosas (ou nem tão misteriosas assim), alguns filmes tornam-se clássicos absolutos. Estes clássicos caem no gosto do público e ultrapassam gerações, garantindo muitos fãs que não ligam do filme ser “antigo”. Pensando nestes longas, selecionamos algumas dicas de clássicos imperdíveis presentes na Netflix. Se você ainda não os viu, resolva suas “pendências cinéfilas” hoje mesmo, mas caso já tenha assistido, reveja para lembrar o porquê de serem considerados clássicos!

Bonequinha de Luxo (1961)

Adaptado da obra de Truman Capote, Bonequinha de Luxo é um daqueles clássicos absolutos do cinema. O filme conta a história de Holly Golightly, uma acompanhante de luxo que sonha em se casar com um homem rico e ser uma grande atriz de Hollywood. Sua vida muda após a chegada de um escritor no prédio em que mora, pois o mesmo se encaixa no tipo de homem que Holly quer para sua vida, mas ele não parece ter tanto interesse na jovem. Estrelado por Audrey Hepburn e George Peppard, Bonequinha de Luxo influenciou a moda e a indústria cinematográfica mundial, e marcou a vida de muita gente com a bela canção “Moon River”, cantada por Hepburn. Amantes de comédias românticas irão amar este filme!

Um Estranho no Ninho (1975)

Uma das atuações mais brilhantes de Jack Nicholson (se não a mais) pertence a este filme. Um Estranho no Ninho conta a história de Randall McMurphy (Nicholson), um prisioneiro que se finge de louco para ir a um hospital psiquiátrico a fim de evitar trabalho forçado na cadeia. No hospício ele começa a influenciar outros internos, os incitando a começar uma rebelião na clínica devido à oposição da enfermeira Mildred Ratched (Louise Fletcher). O filme é um dos três únicos a vencer nas 5 principais categorias do Oscar (Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Roteiro Adaptado), e é lembrado até hoje por entusiastas do cinema e por estudantes de psicologia e psiquiatria. Um clássico absoluto!

Um Corpo Que Cai (1958)

Em 1958, Alfred Hitchcock lançou este que veio a se tornar um de seus maiores clássicos: Um Corpo Que Cai. O thriller psicológico noir estrelado por James Stewart mostra um detetive que sofre de acrofobia (medo extremo de alturas) e vertigem, e é contratado para investigar uma mulher que anda se comportando de maneira estranha. Apesar da aclamação, o filme não foi bem recebido na época em que foi lançado, mas com o tempo, ganhou o status de filme cult e até chegou a ser considerado o melhor filme de todos os tempos. Além disso, o filme é marcado por ter sido o primeiro a utilizar o zoom Dolly, efeito visual com a câmera criado por Hitchcock que distorce a perspectiva para criar desorientação. Um Corpo Que Cai é a prova de que Hitchcock foi mesmo um mestre do suspense!

Scarface (1983)

Um filme que dispensa apresentações, o Scarface de 1983 (porque existe outro, de 1932) é um dos maiores filmes de máfia já realizados na história do cinema. A história de como Tony Montana (Al Pacino) passou de um exilado de seu país Cuba a um chefão do tráfico de drogas foi contada com muito palavrão (foram registrados 226 “fuck” durante os 170 minutos de filme), muita violência e muita cocaína; há quem acredite que usaram cocaína de verdade no filme, mas isso nunca foi comprovado. Além disso, o longa é um retrato dos anos 70 e do que o sonho americano pode se tornar, já que o próprio Montana é levado à ruína por conta de seus atos. O filme de Brian De Palma ainda conta com Michelle Pfeiffer como Elvira Hancock, a icônica esposa viciada de Tony. Scarface é pra ver e rever sempre, e guardar na memória a frase “Say ‘hello’ to my little friend”.

Era Uma Vez no Oeste (1968)

Se Sergio Leone popularizou o western spaghetti com sua Trilogia dos Dólares, em 1968 ele apresentou sua obra-prima do gênero: Era Uma Vez no Oeste. O filmão de quase 3 horas mostra um Velho Oeste em seu fim, na época em que o progresso chega à violenta região dos Estados Unidos. Estrelado por Charles BronsonClaudia CardinaleHenry Fonda, o filme mostra dois conflitos em uma cidadezinha do Oeste: uma batalha terrestre relacionada à construção de uma ferrovia e a clássica história de vingança contra um assassino frio. O personagem de Bronson relembra um pouco o Homem Sem Nome imortalizado por Clint Eastwood, a diferença é que este é conhecido apenas como Harmonica, devido a uma gaita que vive tocando em um tom melodramático. Considerado por muitos o melhor faroeste de todos os tempos, Era Uma Vez no Oeste é um clássico pra os fãs do gênero com aquele charme de bang-bang italiano (até mesmo seu nome original é bom de falar: C’era una volta il West).

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João Vitor Hudson

João Vitor Hudson é um editor de vídeos que está se formando em Publicidade & Propaganda aos 21. Ama cinema desde quando desejava as férias escolares só pra assistir todos os filmes do Cinema em Casa e da Sessão da Tarde. Ainda não possui o hábito de ver filmes de terror e é um pouco leigo quando se trata de cinema nacional, mas é um carinha boa praça que não dispensa ver um filme. Fã confesso do Nolan, Aronofsky e da Pixar.

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