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Especial | Os 17 melhores filmes de terror do século XXI

A redação do Bode na Sala separou os seus longas favoritos do gênero dos últimos anos!

Especial | Os 17 melhores filmes de terror do século XXI

Ah, o terror… Este é, provavelmente, um dos gêneros cinematográficos que mais consegue despertar sentimentos no espectador. Em uma boa produção, podemos sentir medo, nervosismo, compaixão, raiva, tristeza e, dependendo de quem está assistindo, até mesmo alegria.

Por isso, a equipe do Bode na Sala resolveu colocar a cabeça para funcionar e separar os melhores filmes de terror lançados de 2001 para cá, provando, assim, que o gênero continua sendo muito bem representado por produções recentes.

Confira os longas selecionados:


  • Os Outros (2001), por Carlos Redel

Um dos plot twists mais chocantes dos últimos tempos (e que, provavelmente, se fosse lançado hoje em dia, não teria graça alguma, visto que os dedos nervosos da internet não deixariam de publicar spoilers o mais rápido possível)! Mas lá em 2001, o filme de Alejandro Amenábar deixou muita gente com insônia por vários dias. A trama acompanha uma mãe (Nicole Kidman) que precisa se manter trancada, com seus dois filhos, na penumbra de sua casa, uma vez que as crianças possuem uma rara doença, que os impede de ter contato com o sol. Assim, a matriarca mantém seu lar sob um rígido regime, em que, antes de uma porta ser aberta, a anterior precisa ser trancada. E tudo fica ainda mais bizarro quando misteriosos acontecimentos começam a acontecer no lugar, como vultos, sombras e aparições assustadoras – mas nunca gratuitas ou jogadas na tela com a intenção de apenas dar medo. O filme não precisa disso. Os Outros possui uma construção de tensão espetacular, sempre com muito cuidado e elegância para desenvolver sua história. Os enquadramentos precisos, a incansável obsessão da personagem de Kidman por manter tudo trancado, como se sempre estivesse guardando um segredo, os momentos de suspense impecavelmente bem empregados e o final incrivelmente bem pensado, mantém este filme como uma obra que merece ser vista muitas e muitas vezes – e, mesmo após a revelação final, sempre haverá algo novo para surpreender o espectador.


  • O Nevoeiro (2007), por Carlos Redel

A sociedade é uma coisa intrigante. É impressionante como as pessoas se moldam às situações em que se encontram, seja para o bem ou para o mal. Na trama de O Nevoeiro, adaptação da obra de Stephen King, conhecemos um grupo de moradores de um pequena cidade que, após uma misteriosa névoa tomar conta do lugar, se vê trancado em um supermercado. Ali, eles vão precisar ficar sitiados, pois, na parte de fora, monstruosas criaturas estão à espreita, apenas aguardando para destroçar impiedosamente qualquer um que resolva sair andando pelas ruas. Não demora muito – quase nada, na verdade – para que aquela mini civilização comece a descobrir suas diferenças. Tudo potencializado pela morte que está do outro lado da porta. Assim, o diretor e roteirista Frank Darabont nos revela uma cruel verdade: os piores monstros não são seres com garras ou tentáculos, mas, sim, as pessoas. E o que mais choca em O Nevoeiro é o quanto ele se tornou ainda mais atual nos dias de hoje, com a intolerância e o fanatismo religioso tomando conta do mundo. Uma brilhante representação da nossa sociedade. E, como se isso não bastasse, o longa possui um final extremamente corajoso e chocante.


  • Invocação do Mal (2013), por Elaine Timm

Baseado em um caso real, Invocação do Mal carrega uma atmosfera crescente de pânico que é construída desde sua abertura. A já icônica introdução com os dizeres “baseado nos arquivos de Ed e Lorraine Warren”, causa arrepios no espectador e o insere numa atmosfera tensa que é estrategicamente trabalhada pelo diretor James Wan. Como um bom criador de tensão, Wan primeiro nos apresenta a adorável família Perron. Nós gostamos deles, e isso só torna tudo mais angustiante. Quando o cão de estimação da família se nega a entrar na nova casa, o mal presságio já está selado. Munido de uma bela fotografia e boas tomadas em plano sequência, o longa trabalha bem a construção da ameaça para dar o golpe do susto quando menos se espera. Com uma trilha e efeitos sonoros igualmente funcionais, Wan tem ótimo controle da cena, assim como na edição, que é ritmada de acordo com a tensão da ou das personagens que estão sendo perturbadas pela presença paranormal. Com sua sequência já consumada em 2016, Invocação do Mal constrói uma franquia promissora com outros e tantos casos que podem ser filmados sobre as investigações paranormais de Ed e Lorraine Warren.


  • Corrente do Mal (2014), por Elaine Timm

Corrente do Mal (It Follows) é um filme muito original dentro do gênero terror, pois foge dos clichês atribuídos a esse tipo de seguimento. A câmera é poderosa, viajando por todos os ângulos, causando aflição, traduzindo a agonia das personagens. A premissa é simples e, se não tivesse sido tão bem trabalhada, poderia cair facilmente numa vertente ridícula. Em Detroit, numa época não especificada, existe uma espécie de vírus que só é passado através do ato sexual, sendo que a pessoa que está “infectada” passa a ser seguida por uma espécie de entidade maligna, que a perseguirá até matá-la, caso ela não repasse a maldição para outra pessoa. Pode parecer um plot absurdo, mas o roteirista/diretor David Robert Mitchell é muito competente e traz referências dos melhores filmes do gênero nos anos 1970 e 1980. Ele constrói uma atmosfera tensa e claustrofóbica, sem precisar usar de truques baratos para assustar o espectador. No fim, Corrente do Mal é uma experiência recompensadora quando entrega um suspense a moda antiga, fugindo da mesmice em que se encontra o terror nos últimos anos.


  • Jogos Mortais (2004), por Rafael Bernardes

Início do século XXI, mais precisamente no ano de 2004, em uma transição do cinema dos anos 1990 para as revoluções dos anos 2000. Filmes de terror eram sinônimos de monstros e sustos, na maioria das vezes apelando para o sobrenatural e bizarro. Até que chega aos cinemas uma produção diferente, com cenas expositivas de tortura, mas contendo um bom terror psicológico, e guardando uma surpresa no final. Jogos Mortais, de James Wan, chegou com tudo, contando uma história diferente e apresentando bons elementos de terror. Além disso, a imagem do vilão ficou presa a um boneco, mas não um vivo como Chucky, apenas um boneco em um triciclo. Logo o novo terror se popularizou e ganhou as graças do público pelo boca a boca, sendo muito procurado nas videolocadoras do mundo inteiro. Pena que a ganância é o mal do homem e foram feitos mais seis filmes da franquia, sendo que apenas os três primeiros são realmente bons.


  • A Entidade (2012), por Rafael Bernardes

Um filme de terror com um protagonista conhecido. A Entidade foi estrelado por Ethan Hawke, porém a surpresa não fica apenas por conta da ótima interpretação do ator, mas também pela qualidade da história contada. Com um roteiro redondo, o longa consegue ser instigante como filme e aterrorizante como obra do gênero. A utilização de crianças como parte da trama contribui muito, mas a figura do monstro é o principal fator. Baguul dá muito medo! A criatura não aparece muito em frente às câmeras, ficando escondida nas sombras na maior parte do tempo. Quando a face é mostrada, o medo chega a ser ainda maior. A entidade impressiona não apenas pelo excelente terror, mas por ser um ótimo filme no geral, deixando de lado o rótulo do gênero. Atuações, roteiro, fotografia, tudo contribui para que seja uma grande experiência cinematográfica.


  • REC (2007), por Rafael Bernardes

A Bruxa de Blair revolucionou o cinema, tanto para o gênero de terror, quanto para o found footage, quando se tem a impressão de que o filme é um documentário, por conta das filmagens parecerem ser feitas pelos próprios atores e passarem uma veracidade maior em relação a maioria das produções. Essa característica intensifica o terror, apresentando um cenário angustiante em REC. Somos levados na jornada de uma repórter espanhola para um prédio, onde o Corpo de Bombeiros está realizando um atendimento. Pouco a pouco a tensão se instala e vai deixando o clima cada vez mais pesado. O suspense dá lugar a um terror expositivo e frenético, não dando tempo para o espectador respirar. O desfecho consegue ser surpreendente, mas peca no excesso de explicações, não diminuindo o excelente trabalho realizado no filme todo.


  • Arraste-me para o Inferno (2009), por Carlos Redel

Para tentar impressionar o seu chefe e conseguir a tão sonhada promoção, a bancária Christine Brown (Alison Lohan) nega o pedido da Sra. Ganush (Lorna Raver), que implora pela extensão do financiamento de sua casa própria. Desesperada, a senhora é retirada do local à força e de maneira humilhante, mas, mesmo assim, ela prometer voltar. Obviamente, esse gesto trará consequências terríveis para a jovem que está em busca de uma melhor colocação no trabalho. Mais tarde, é claro, Brown reencontra a Sra. Ganush, que a amaldiçoa. A partir daí, começa um show de momentos bizarros, que misturam horror e humor, tudo recheado com muito gore. Algo que só o diretor Sam Raimi poderia oferecer. O cineasta traz elementos de seus longas do século passado – e isso é muito bem-vindo, diga-se de passagem –, transformando Arraste-me para o Inferno em uma das obras de terror mais divertidas dos últimos anos, mostrando que o jeito moleque de fazer filmes de Raimi ainda serve muito bem para o gênero.


  • Assim na Terra como no Inferno (2014), por Rafael Bernardes

As catacumbas de Paris guardam um segredo obscuro, que deve ser desvendado. Eu sei, parece frase de efeito pra filme do Supercine. Porém, o longa é muito mais do que aparenta ser. Assim na Terra como no Inferno acompanha a produção de um documentário sobre o trabalho de uma arqueóloga, que visa limpar o nome de seu pai, taxado como louco por alegar que existe algo de estranho no subterrâneo da cidade. O found footage aparece novamente, dessa vez nada de inovador é apresentado, mas a eficácia na abordagem está presente durante o filme inteiro. Os sustos são colocados sutilmente, com imagens escurecidas e sons. Porém, os jumpscares não são tão presentes, pois o medo é instalado independentemente do choque que tomamos ao ver ou ouvir determinada coisa em cena. A tensão aumenta gradativamente e as explicações sobre o que está acontecendo não são explícitas, dando um ótimo desfecho para a trama e gerando aquela pulga atrás da orelha do espectador.


  • Atividade Paranormal (2007), por Carlos Redel

Lá no final do século passado, A Bruxa de Blair revolucionou o gênero do terror, levando um medo genuíno aos espectadores. Com uma ótima campanha de marketing, o filme foi vendido como uma história real, fazendo com que, inclusive, os atores principais da trama sumissem de verdade enquanto o longa era lançado – genial. Colocando o found footage em evidência, a produção marcou época e, até hoje, continua sendo referência e inspirando muitas obras, que almejam o seu enorme sucesso. Oito anos depois do lançamento do filme, em 2007, tivemos uma das mais bem-sucedidas tentativas de emular a façanha do longa de 1999: Atividade Paranormal. Com um baixíssimo custo de apenas US$ 15 mil (depois, para lançarem comercialmente, até injetaram mais dinheiro na produção, mas não vem ao caso), a produção rodou por diversos festivais até conseguir uma distribuidora. Simples e efetivo em sua proposta, o longa de Oren Peli conseguiu aterrorizar espectadores do mundo todo e, até mesmo, fazer gente acreditar que aquilo que acontecia em cena era real (um feito que merece ser reconhecido, uma vez que a internet já era bem popular). Com uma narrativa lenta e extremamente bem construída, Atividade Paranormal impressiona por sua maneira quase rústica de causar medo, ao explorar as noites de um casal que tem sua casa assombrada por uma presença demoníaca. O longa se utiliza brilhantemente da tediosa rotina da dupla de protagonistas para conseguir maximizar os momentos de terror. Assim, cria sequências memoráveis e que, com certeza, tiraram o sono de muita gente. Peli consegue provar que, quando não se tem recursos, a criatividade basta.


  • Extermínio (2002), por André Bozzetti

Um grupo de ativistas  invade um laboratório para resgatar animais que estavam sendo utilizados para testes. O que eles não sabiam é que os animais estavam contaminados com um vírus perigoso que provoca raiva. O que acontece nas semanas seguintes a isso, nós podemos apenas imaginar pois, justamente “28 Dias Depois” (que é a tradução correta do título original), Jim (Cillian Murphy) acorda em um quarto de hospital abandonado e praticamente destruído. Ele não encontra ninguém no local e, inicialmente, ninguém também pelas ruas. Inclusive, os planos abertos que mostram Londres completamente vazia, apenas com folhas de jornal e cartazes de desaparecidos se movendo com o vento, são fantásticos. É claro que essa paz não dura. Quando Jim começa a se deparar com os infectados pelo vírus, o filme ganha ares de tensão e terror até o final. O protagonista vai encontrando alguns sobreviventes pelo caminho e criando algumas alianças, mas também descobrindo novos inimigos. Extermínio é uma espécie de “filme de zumbis sem zumbis”. A regra é aquela: foi mordido? Infectado. Gota de sangue em contato com ferimentos ou mucosas? Infectado. E a transformação acontece rapidamente. Para piorar, eles fazem o tipo “zumbi atlético”. Aqueles que correm feito loucos. Danny Boyle volta a retratar uma sociedade onde não há governo e nem regras, fazendo com que os humanos sejam tão perigosos quanto aqueles monstros dos quais eles tentam se defender.


  • It: A Coisa (2017), por André Bozzetti

Um dos filmes mais aguardados de 2017, It: A Coisa acabou mostrando que fez por merecer a expectativa. Esta nova adaptação da obra de Stephen King não só fez jus à versão de 1990 (uma minissérie para TV) como a superou com louvor. Na história, conhecemos Pennywise, o “palhaço dançarino”, e não demoramos muito a descobrir que ele é, na verdade, uma criatura monstruosa que vive nos esgotos e atrai as crianças para devorá-las. Assim, estas vão desaparecendo da cidade e ninguém faz ideia do que está acontecendo. No entanto, Bill (Jaeden Lieberher) resolve reunir seus amigos para investigar o mistério e encontrar seu irmão, desaparecido há um ano, mas eles não fazem ideia do perigo que enfrentarão para isso. Com uma atmosfera oitentista na qual crianças andam livremente de bicicleta pela cidade e curtem suas férias brincando nos rios e fugindo de valentões da escola, o filme remete aos clássicos da década de 1980 como Conta Comigo, Goonies, e até o fenômeno da atualidade Stranger Things. Para alguns, ele pode funcionar mais como uma aventura juvenil, mas existem momentos que são realmente assustadores. Agora é esperar pela continuação que se passa 27 anos depois e tem previsão de lançamento para 2019.


  • A Bruxa (2016), por Ítalo Passos

Esse filme prova que cinema de terror não precisa assustar o público a cada cena de um corredor escuro, jump scare barato e cada vez menos efetivo. A Bruxa nos traz a história de uma família que é exilada de uma vila e acaba tendo que morar no meio de uma floresta. Lá, coisas estranhas passam a aterrorizá-los. É com sutileza que o roteiro faz com que o espectador fique apreensivo ao acompanhar a história, nada é jogado na cara. Assuntos como feminismo e radicalismo religioso são abordados de forma efetiva e não pretensiosa. A trilha sonora é uma das principais responsáveis por criar todo clima de tensão, com um som de violinos estridentes, toda inquietação é transmitida como se estivéssemos lá. A cena final nos traz metáforas e uma reflexão forte. Sem dúvidas, é um dos filmes mais audaciosos do gênero.


  • Madrugada dos Mortos (2004), por Ítalo Passos

Zack Snyder pode ser odiado por muitos, mas ele foi um dos responsáveis por trazer o subgênero “filmes de zumbi” de volta ao grande público, dando uma atualizada naquele universo e nos apresentando uma nova visão sobre aquelas criaturas. Em seu longa, os monstros são mais rápidos, muito mais violentos e com uma certa inteligência, tornando tudo muito mais angustiante. Cenas bem efetivas em espaços minúsculos, como em um banheiro, literalmente, nos colocam na ponta da cadeira. Mesmo hoje em dia, em que os remakes, em sua maioria, são genéricos e não fazem jus à sua existência, esse se prova necessário, mantendo a essência do clássico homônimo de George A. Romero e fazendo com que o subgênero voltasse a ser uma febre.


  • O Segredo da Cabana (2011), por Diego Francisco

Roteirizado por Joss Whedon e dirigido por Drew Goddard, o Segredo da Cabana começa como todo filme de terror: cinco jovens vão passar uns dias em uma cabana no meio do nada. Até mesmo os personagens podem ser considerados clichês: temos a virgem, a loira, o atleta, o nerd e o drogado. Tudo nas primeiras cenas do filme leva a crer que é apenas mais do mesmo, aquele terror que já vimos tantas e tantas vezes, mas existe bem mais do que somos inicialmente levados a acreditar. Tomando características de uma inteligente sátira, O Segredo da Cabana apresenta um grande conhecimento do gênero e usa isso a seu favor, subvertendo expectativas e criando um senso de humor metalinguístico.


  • Deixe-me Entrar (2010), por Diego Francisco

Remake do sueco Deixa Ela Entrar, Deixa-me Entrar nos apresenta ao jovem Owen (Kodi Smith-McPhee), que é afetado com o divórcio dos pais e sofre constantemente bullying na escola. Seus dias de solidão parecem ter acabado quando rapidamente se torna amigo de sua nova vizinha, Abby (Chloë Grace Moretz). A garota é tão fechada quanto ele e carrega um grande segredo. Melancólico, o filme é dirigido pelo sempre habilidoso Matt Reeves. Seu cuidado na parte técnica é visível no excelente design de som e na linda fotografia. Os silêncios do filme criam um clima triste, mas a amizade dos dois protagonistas é de aquecer o coração, criando um contraste da inocência das crianças aos momentos em que a natureza violenta de Abby é trazida à tona. Se tornando extremamente sangrento no último ato, Deixe-me Entrar é um filme sobre amadurecimento e o poder da amizade.


  • O Babadook (2014), por Diego Francisco

Depois de um acidente de carro ter matado o seu marido, Amelia (Essie Davis) tem que cuidar do seu filho de seis anos, Samuel (Noah Wiseman), sozinha. A criança, no entanto, não facilita as coisas: Samuel tem insônia e um comportamento infernal que só piora depois de sua mãe ler um livro de terror infantil sobre uma criatura conhecida como Babadook. O que inicialmente começa como uma ameaça imaginária, algo vindo da mente fértil de uma criança problemática, logo toma forma e começa a assombrar a família. Contando com poucos jump scares, O Babadook aposta na tensão para deixar o espectador aflito. Os lentos movimentos de câmera e a trilha sonora desconcertante criam uma atmosfera aterradora. Perdendo um pouco da força no desfecho, o filme traz uma valorosa lição sobre a real natureza dos monstros que nos assombram.


E aí, faltou algum filme na lista? Deixe nos comentários!

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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 25 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

Comments

  1. Assim na Terra como no Inferno é bem fraco na minha opinião

    • Pois então, Erivelto. Acho que ele não foi realmente um consenso no grupo na hora de escolher, mas como fazemos as listas coletivamente, levamos em conta a opinião de cada um. Na minha opinião, o filme tem alguns problemas sérios de roteiro e atuações, mas concordo com os pontos levantados pelo Rafa no texto dele. Serviu para assustar. Muito obrigado por comentar! =)

  2. Tem uns 5 ou 6 filmes ai que realmente não merecem uma lista…mas entendo o fato das opiniões em grupo e tal…mas na boa Arrasta-me para o Inferno é uma das maiores m…q tive o desprazer de ver e adoraria desver…

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