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Críticas Quadrinhos

Homem-Aranha: Herói da Resistência | Crítica

Homem-Aranha: Herói da Resistência | Crítica

Marvel Knights Spider-Man 07 -12

Ano: 2005

Roteiro: Mark Millar

Arte: Terry Dodson & Frank Cho

Sendo uma continuação de Caído Entre Os Mortos, em Herói da Resistência, o roteirista Mark Millar segue a mesma linha dão HQ anterior: traz uma história mais soturna para o Homem-Aranha, distanciando-se, assim, dos padrões de suas aventuras. Peter continua em sua busca frenética pela a tia May! e as coisas esquentam quando surge em cena um novo Venom, com todos os poderes do anterior e nenhuma responsabilidade! Paralelamente, enquanto uma conspiração sinistra se desenrola nos bastidores, o raptor de sua tia, ajudado por 12 dos inimigos mais leais do Aranha, prepara a jogada final para destruir o Cabeça-de-Teia!

Herói da Resistência também é a conclusão da passagem do herói pelo selo Marvel Knights/Max. E em seu desespero para encontrar a tia May, Peter dá um passo para trás nessa busca, totalmente sem esperança. Porém, quando uma nova pista surge, ele corre contra o tempo para encontrá-lá, ao mesmo tempo em que é jogado contra a parede por um de seus vilões. Enquanto isso, precisa lidar com o surgimento de um novo Venom, extremamente perigoso e totalmente descontrolado.

Seguindo uma linha de narração mais frenética e mais de ação do que a anterior, Herói da Resistência, deve agradar mais aos fãs das antigas do Amigão da Vizinhança. Com uma trama  mais convencional, porém não menos surpreendente para uma HQ do Cabeça-de-Teia, ela possui reviravoltas interessantes. Com diversas referências e homenagens à Era de Ouro dos quadrinhos norte-americanos, ela também pode colocar em cheque todo o Universo Marvel! Já o desenhista Terry Dodson, por mais que eu particularmente não curta muito seus traços grossos e, por vezes, um tanto engessados, nas partes da ação ele se mostra bem competente, enchendo os olhos dos fãs com poses clássicas do aracnídeo.

Com participações de diversos heróis e vilões, Herói da Resistência segue a competência da primeira parte, entregando algo que é mais ágil do que intrigante. Mesmo tendo um “retcon” que pode desagradar alguns leitores, ela possui uma leitura fluente e direta que deve agradar à maioria dos fãs. Mas, afinal de contas, estamos falando de histórias de super-heróis, o que seriam delas sem certas reviravoltas mirabolantes? Para que daqui a alguns meses tudo volte ao “normal”…

Nota do crítico:

Nota dos usuários:

[Total: 1    Média: 3/5]

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Comments

  1. Excelente artigo! Já visitei o seu blog outras vezes, porém nunca
    tinha escrito um comentário. Pus seu blog
    nos meus favoritos para que eu não perca nenhuma atualização.
    Grande abraço!

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