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Hollywood passa por sua pior temporada de blockbusters dos últimos anos

Hollywood passa por sua pior temporada de blockbusters dos últimos anos

A temporada de verão norte-americano, que vai de maio até o final de agosto, é a época mais importante para os estúdios de cinema dos Estados Unidos. Entre estes meses, os estúdios fazem suas maiores apostas, lançando suas grandes produções. Ou seja, os famosos blockbusters. O período representa, normalmente, 40% do total de bilheteria total do ano.

No entanto, um levantamento feito pela Variety dá conta de que Hollywood passa, em 2017, por seu pior verão dos últimos cinco anos, pelo menos. Os resultados até agora são 8% menores que os do mesmo período de 2016. E, no comparativo entre o total dos dois anos, o atual está 1,6% atrás de seu antecessor, até agora.

E os resultados devem piorar. No ano passado, o sucesso de Esquadrão Suicida, que estreou no final de agosto, quebrando recordes com uma abertura de mais de US$ 130 milhões, fez elevar o faturamento da temporada. Em 2017, no entanto, não há um potencial sucesso por estrear que possa salvar a baixa arrecadação do período do ano mais valorizado de Hollywood.

Até o final de agosto, A Torre Negra, adaptação da obra de Stephen King estrelada por Idris Elba e Matthew McConaughey, é uma das principais estreias. No entanto, o longa deve faturar em sua abertura baixos US$ 25 milhões. Outro filme que está por estrear é Detroit, de Kathryn Bigelow, mas que deve arrecadar pouco mais de US$ 10 milhões em seu primeiro final de semana.

Entre as últimas estreias, Emoji: O Filme e Atômica, por exemplo, arrecadaram o suficiente para não dar prejuízo para os seus estúdios, mas muito longe de serem relevantes para a temporada.

Uma vez que a maioria dos filmes não conseguiu uma boa arrecadação, nem mesmo os bons desempenhos domésticos de Mulher-Maravilha e Guardiões da Galáxia Vol. 2 garantiram um bom verão em Hollywood. Homem-Aranha: De Volta ao Lar, por sua vez, apesar de ter dado um bom lucro dentro dos Estados Unidos, não atingiu o desempenho esperado para um filme de super-herói de primeiro escalão, ficando atrás de todos os longas da primeira trilogia do personagem.

Vale ressaltar que estes resultados são apenas das bilheterias norte-americanas.

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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 25 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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