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Especial | 14 filmes essenciais de Arnold Schwarzenegger

Especial | 14 filmes essenciais de Arnold Schwarzenegger

Arnold Schwarzenegger é um dos atores de ação mais carismáticos do cinema. Responsável por protagonizar filmes que marcaram época, como O Exterminador do Futuro, Conan e O Vingador do Futuro, a carreira do austríaco não se limita a apenas um gênero cinematográfico. Ao longo dos anos, Schwarzenegger diversificou-se atuando em comédias e dramas, mostrando-se versátil e que dá conta do recado, independente do que for exigido dele. Até governador da Califórnia ele foi. Agora, o nosso querido Governator está completando 70 anos e, por conta disso, o Bode na Sala separou 14 filmes essenciais do ator para que você assista e conheça mais da interessante carreira dele.

Confira:


  • O Exterminador do Futuro (1984) e O Exterminador do Futuro: O Julgamento Final (1991)

Vamos considerar aqui apenas os dois primeiros filmes da franquia O Exterminador do Futuro porque, bem, todos os outros filmes não foram lá essas coisas. No papel mais icônico de sua carreira, Schwarzenegger interpreta T-800, um implacável androide enviado do futuro para matar Sarah Connor (Linda Hamilton), mulher que daria luz ao líder da resistência dos humanos contra as máquinas que dominaram o mundo, tendo que enfrentar Kyle Reese (Michael Bien), o enviado da resistência para protegê-la – isso é o enredo do primeiro filme. Já na sequência, O Julgamento Final, os papéis são invertidos e desta vez o T-800 foi enviado para proteger Sarah Connor e seu filho, John (Edward Furlong), de um exterminador mais avançado, o modelo T-1000. E é neste filme que Schwarzenegger realmente brilha, com o seu exterminador sendo treinado por um John Connor ainda na juventude, o ator consegue dar um carisma que contrapõe o personagem taciturno e sério do filme original. Os filmes dirigidos pelo visionário James Cameron são repletos de ação e efeitos especiais surpreendentes para a época. Mesmo que outros atores já tenham interpretado exterminadores, é impossível não associá-lo à imagem de Arnold Schwarzenegger de óculos escuros, jaqueta de couro, uma escopeta na mão e falando “Hasta la vista, baby“.


  • O Predador (1987)

Dutch (Arnold Schwarzenegger) e sua equipe (cinco homens) são convocados pela CIA para salvar um ministro que teve sua aeronave abatida por guerrilheiros do outro lado da fronteira e partem com Dillon (Carl Weathers), que é da CIA e comanda o resgate. Lá descobrem que o tal ministro na verdade era um agente e que outros militares já tentaram salvá-lo sem sucesso (o “ministro” também foi morto). Isto porque o inimigo não era simplesmente uma guerrilha querendo invadir território – isso foi facilmente abatido pela equipe de Dutch – mas eles tinham um alien em seu encalço. Dos guerrilheiros (que falavam espanhol, mas tinham aliados russos) deixam viva apenas uma linda mulher, Anna (Elpidia Carrillo), que levam de refém. Este é só o começo do filme de John McTiernan, que se desenrola quando esses oito sujeitos percebem mortos estraçalhados pelo caminho e só querem sair do perímetro de conflito para poderem ser resgatados por um helicóptero. Aqui temos modelos de homem que cativam pelo estereótipo construído do que se quer seguir, quem se almeja ser (vide capas de revistas femininas com corpos sarados e receitas de dietas). Temos também o recorrente estereótipo do índio sensitivo, interpretado por Sonny Landham. Enquanto isso, o alien predador esfola geral, emboscando um a um e brincando com a caça, visto que ataca só quem tem arma para o confronto, se sentindo desafiado a conquistar seus troféus de caveiras. Depois de muitos homens sem camisa; frases de efeito; e planos detalhes em músculos e expressões de confiança; temos, então, tiros azuis e sangue verde jorrando. Destaque para o bom uso de cores – seja no vermelho de preparação ou na visão por temperatura do predador que nos leva a uma perspectiva em que tudo é azul e existem pontos de energia corporal verdes e vermelhos -, gerando diversas sensações.


  • O Último Grande Herói (1993)

Esse é o filme do Arnold Schwarzenegger para quem curte cinema que fala de cinema, referencia clássicos e, ainda por cima, faz uma baita crítica social. O astro novamente é dirigido por John McTiernan, que dessa vez nos entrega uma excelente obra! Há algumas inconsistências, sim, mas nada que prejudique a construção da narrativa nem a deixe menos genial. É surpreendente como esse filme pode criar tantas reviravoltas e encantar! Ele começa com um filme sendo assistido no cinema e temos Danny Madigan (Austin O’Brien), um garoto de uns 14 anos, como um grande fã do personagem principal, interpretado pelo Schwarzenegger. Isto porque o filme brinca com o cara durão que frequentemente o ator interpreta, sendo geralmente o mesmo personagem só que com outra roupagem. A zoeira com o próprio estilo de personagem está nele representado com (ou em busca de) um charuto no canto da boca, uma cara de mau, matando todo mundo e saindo apenas com escoriações. Se brinca com o fato de que em filmes de ação o bom é pular toda a conversa: “não fale, faça”. As referências à sétima arte são inúmeras, desde o teatro de variedades até vários outros filmes que quando a gente vai notando nas cenas inevitavelmente nos empolgamos. Acontece que o menino ganha um bilhete mágico de Houdini e estabelece um paralelo entre o mundo ficcional e o real, indo parar dentro do filme com seu maior ídolo. Até crítica ao fato de que no cinema geralmente todo mundo é bonito nós vemos aqui! Mas o mais interessante (se é que se pode dizer isso) é que quando se invertem os papéis e os personagens vêm para o mundo real, desperta-se uma intensa crise de identidade e vemos um vilão que acha o máximo que no nosso mundo ninguém se importa se você mata alguém – nem a polícia é eficiente, nem as outras pessoas ligam, “porque aqui nesse mundo os bandidos podem vencer”. Crítica social, crítica de gênero, participações de outros artistas, vemos a indústria cultural parcialmente representada – e a parte que é retratada está muito bem, até relevamos os probleminhas que aparecem aqui e ali. No caso da crítica, nosso ego se infla quando o personagem diz algo do tipo: “poder ver o filme antes da estreia? Quem eu tenho que matar pra conseguir isso?” – imperdível, certamente uma das melhores dicas desse especial!


  • Conan, o Bárbaro (1982)

Conan, o Bárbaro é dirigido por John Milius e estrelado por Arnold Schwarzenegger. O filme começa com um breu no qual a voz do narrador toma conta explicando que esta será a história de seu mestre – então sabemos de antemão que é uma espécie de lenda e que Conan teve sucesso em sua vingança, vindo a se tornar “rei pelas próprias mãos”. Este, tem como deus Crom, aquele que vive nas montanhas e que fora traído, sendo que o homem pode apenas confiar no poder do aço, em nada mais – essa era a crença de seu pai e nela ele vive e segue. Ainda criança, Conan perde seus pais, assassinados por Thulsa Doom (James Earl Jones), que veio a se tornar um líder religioso vinculado a cobras. Aprisionado, ele cresce e se torna um bárbaro egocêntrico que não se importa em matar e vê valor em suas conquistas de ladrão. Com o tempo, ele adquire parceiros e conhece o amor. Em alusão aos males da civilização, o filme avança para pensar como as pessoas são facilmente moldadas e dominadas. Apesar dos muitos furos de roteiro e dificuldades que o espectador pode encontrar para perceber sentido em algumas ações, destaca-se uma trilha muito bem empregada e figurinos que se sobressaem na dança das lutas. Vale destacar, ainda, que o filme é uma adaptação da obra de Robert E. Howard e que em seu final ele sugere uma continuação para um próximo filme com um “essa história também será contada”, futuramente, o que veio já no ano seguinte, em 1983. Ademais, rolou um remake recente (2011) estrelado por Jason Momoa, mas sem muito sucesso.


  • Maggie: A Transformação (2015)

Em um Estados Unidos pós-apocalíptico, a jovem Maggie (Abigail Breslin) acaba desaparecendo. Seu pai, Wade (Arnold Schwarzenegger), um simples fazendeiro, encontra-a duas semanas depois, em um hospital que trata de pacientes infectados pela doença que aterroriza a civilização. A garota fora mordida e não há tratamento para isso. A diferença deste filme para aqueles de que estamos acostumados é que a transformação em morto-vivo demora muito mais tempo. Assim, com a ajuda de um médico amigo da família, Wade consegue levar sua herdeira para casa, mas sabe das consequências que tal atitude teria e as assume mesmo assim. Quando chegasse a hora, uma atitude definitiva precisaria ser tomada. No decorrer do longa, acompanhamos as transformações da moça, tanto físicas quanto emocionais. E Schwarzenegger, como o patriarca que precisa ser a base familiar, nos entrega uma atuação incrível, sofrendo e buscando outra alternativa para o eminente terrível desfecho da história. O ator, sempre muito carismático em seus antigos projetos, demonstra em Maggie uma carga dramática que, até então, não havia sido explorada, mostrando-se um profissional incrivelmente versátil. Uma das grandes atuações de 2015.


  • Júnior (1994)

A gestação é um momento único na vida de uma mulher Arnold Schwarzenegger! Lá em 1994, o ator, sempre diversificando os seus projetos, protagonizou Júnior, longa de Ivan Reitman e que tem Danny DeVitto no elenco, mesmo trio de Irmãos Gêmeos (1988). O filme, que se tornou um dos mais reprisados na nossa querida Sessão da Tarde, não é nenhuma maravilha, temos que admitir, mas nos divertiu bastante naqueles dias chuvosos de férias escolares. Na trama, o Dr. Alex Hesse (Schwarzenegger) e o Dr. Larry Arbogast (DeVitto) estão testando um novo medicamento que evitará o aborto espontâneo de embriões implantados e, para saber se a droga funciona, acabam utilizando-a em um deles. O resultado: a primeira gravidez masculina da história.  É interessante a inversão de papéis proposta na comédia: colocaram um ator reconhecido por apanhar, bater, tomar tiros e enfrentar exércitos sozinho, sofrendo com todos os efeitos de uma gestação, mostrando ali todas as dificuldades desse período, as quais nem mesmo um “herói de ação” consegue passar batido. Pode não estar entre os melhores (ou perto deles), mas Júnior é um dos filmes essenciais para representar a interessante carreira de Schwarzenegger.


  • Irmãos Gêmeos (1988)

Quem seria o ator perfeito para ser o irmão gêmeo de Danny DeVitto, no alto de seu 1,47 metro de altura? Obviamente, o gigante Arnold Schwarzenegger! Fruto de uma experiência genética que buscava desenvolver o homem perfeito, Julius (Schwarzenegger) passou a vida inteira em uma ilha e, apesar de ser incrivelmente inteligente, desconhece os perigos do mundo real – além de odiar violência. Quando descobre ter um irmão gêmeo que fora mandado para o orfanato ao nascer, Julius parte em sua busca. No entanto, Vincent (DeVitto) é um trambiqueiro que vive se metendo em confusões e acaba envolvendo o seu irmão recém-descoberto em uma delas. Neste cenário, os dois vão aprender sobre a vida um com o outro, enfrentar os desafios e criar laços fraternos, além de seguir pistas do paradeiro de sua mãe biológica. A comédia de Ivan Reitman, que seis anos mais tarde dirigiria a dupla Schwarzenegger e Devitto em Júnior, é divertida e traz todos os elementos dos filmes dos anos 1980. Apesar de não exigir um grande desempenho de Arnold, é ótimo vê-lo interpretando um inocente e carismático gigante que está descobrindo o mundo.


  • O Vingador do Futuro (1990)

No filme de ficção científica de Paul Verhoeven, Schwarzenegger interpreta Douglas Quaid, um trabalhador da construção que sonha em conhecer o planeta Marte. Ele decide procurar uma empresa que implanta memórias falsas permitindo que as pessoas possam viver recordações que de outra forma não poderiam ter. Naturalmente, Quaid pede um pacote para Marte. O problema é que o procedimento não funciona como o planejado: ele reage terrivelmente e, pouco tempo depois, descobre que não é quem sempre pensou ser e que está sendo perseguido por inimigos. O seu único meio de fuga é uma mala que foi deixada por Hauser – um homem que afirma ser o verdadeiro ele. A partir desse momento, Douglas parte para Marte tentando desesperadamente compreender a verdade sobre sua origem. Apesar de estar lidando com uma questão identitária profunda, através dos efeitos de maquiagem, das cenas de ação e do texto exclamativo, o longa diverte e faz ligações sociais importantes com a realidade, como a relação do poder dominante oprimindo a classe trabalhadora. Seja qual for o caso, o Vingador do Futuro é uma das produções mais memoráveis ​​da década de 90 e também da carreira de Arnold Schwarzenegger.


  • True Lies (1994)

True Lies é um filme bastante excêntrico. Não pela sua trama, mas pela maneira que ela é contada: através de muitos efeitos especiais. Aqui, o Schwarza (para os íntimos) interpreta um espião atrás de um grupo terrorista árabe. Sua esposa (Jamie Lee Curtis) acredita que ele é apenas um vendedor de computadores. Por conta de um excelente plot com Curtis e o personagem de Bill Paxton, ela acaba descobrindo a verdadeira identidade do marido. Schwarzenegger, aliás, faz aquele típico fortão imbatível que vive acertando os bandidos e nunca leva um tiro, mesmo que chova balas em cima dele. O ator não é dos melhores, a gente sabe disso, mas ele faz isso tão bem! Em True Lies vemos o quanto o ator está à vontade no papel, e sua química com Curtis é sensacional. Nas primeiras cenas em que estão juntos, você compra a ideia de que aquele casamento está desgastado, mas a partir do momento em que a personagem de Curtis também entra na ação vemos que ambos estão curtindo. True Lies é um dos pontos altos da carreira de Schwarza, já que não haviam feito um filme de ação tão ousado e com sequências tão elaboradas (e exageradas) até então. Mas para justificar o maior orçamento para época (US$ 120 milhões em 1994 era como um Transformers hoje), não era de se esperar menos do que algo tão épico, ainda mais vindo de James Cameron, o diretor que havia surpreendido o mundo com seu Exterminador do Futuro 2 apenas 3 anos antes.


  • O Sobrevivente (1987)

Muito antes dos reality shows invadirem nossas casas através de incontáveis canais, o nosso aniversariante já estrelava um filme com esta temática. No ano 2017 de um futuro distópico, “The Running Man” era um game-show organizado pelo governo dos Estados Unidos. Com o país sob um comando militar que controla desde as artes até as comunicações, o sistema penal dava aos infratores a seguinte opção: ir para a cadeia ou participar do jogo homônimo.  As regras eram simples: os participantes seriam caçados em uma espécie de “arena” situada em um bairro em ruínas e, caso sobrevivessem, conquistariam a liberdade. É claro que quando se trata de governo controlando a mídia, a manipulação dos fatos é uma regra. Ben Richards (vivido por Arnold) é um policial preso injustamente após se negar a massacrar civis que participavam de um protesto. Com efeitos digitais, são apresentadas para o povo imagens forjadas nas quais ele era o responsável por atirar nos manifestantes. Após uma tentativa de fuga da prisão, ele é convocado a participar do programa. O resto vocês podem imaginar. Os organizadores realmente não sabiam com quem estavam se metendo.


  • Comando para Matar (1985)

É praticamente impossível um fã de Arnold Schwarzenegger não ter visto este filme, inclusive mais de uma vez. Em Comando Para Matar ele interpreta John Matrix, um soldado aposentado das Forças Especiais que agora tem uma vida pacata em um local isolado junto com sua filha Jenny. Pouco depois de receber a visita de um ex-comandante seu que o alerta sobre o assassinato de vários ex-companheiros de guerra, sua filha é sequestrada a mando de um ex-ditador do fictício país chamado Valverde. Para libertá-la, exigem que Matrix assassine o atual presidente para que o ditador volte ao poder. É claro que as coisas não serão tão fáceis assim para os vilões. O filme já começa com a memorável cena de Schwarzenegger carregando um tronco enorme sobre o ombro como se fosse um pedaço de isopor. E depois só melhora: com Arnold enfrentando um exército inteiro em busca da sua amada filha e resolvendo os problemas com as próprias mãos ou com uma bazuca, o que for mais apropriado para o momento, claro.


  • Um Herói de Brinquedo (1996)

Arnold Schwarzenegger mostra no longa toda a sua veia cômica representando um pai viciado em trabalho e que muitas vezes não tem tempo para ficar com o seu filho. Ele esquece de comprar o presente do menino, um boneco do Turbo-Man. A saga do personagem para conquistar o boneco é divertida e os subterfúgios para que coincidências aconteçam são bem aplicados na trama. Arnold entrega uma atuação praticamente impecável ao que se propõe, transpassando as características necessárias para uma representação cômica. Nos trejeitos, caretas e gritos, o ator grandalhão mostra que sabe mesmo atuar sem ser apenas o personagem que se destaca por seus músculos. Um Herói de Brinquedo é aquele filme de Sessão da Tarde que passa repetidas vezes na época do natal sempre divertindo e passando o “espírito natalino”. A mensagem do filme é totalmente positiva e ressalta a importância da união e da família acima do ato de presentear alguém.


  • Um Tira no Jardim de Infância (1990)

No longa, Arnold Schwarzenegger é um ótimo policial que precisa capturar um grande traficante. Para isso, ele trabalha disfarçado como professor do jardim de infância de uma escola. Aqui o ator mostra pela primeira vez que pode representar muito bem um personagem de comédia. A trama aposta nas trapalhadas do personagem ao lidar com crianças, se apaixonar e, ainda, tentar prender um criminoso. O filme possui um senso de humor exagerado que se enquadra bem no gênero, pegando em cheio o público-alvo. Um Tira no Jardim de Infância é aquele longa que podemos assistir diversas vezes sem nos cansarmos, fazendo com que decoremos as falas e se tornando um “filme de estimação”. Schwarzenegger faz bem o papel da pessoa atrapalhada, mas que ao mesmo tempo é segura e forte, com um certo aspecto de galã. Talvez a melhor escolha do ator fosse seguir na carreira cômica e deixar os filmes de ação um pouco de lado. Um Tira no Jardim de Infância foi a primeira prova de que Arnold é um bom ator.


Este especial foi elaborado com a colaboração de André Bozzetti, Maytê Ramos Pires, Camila Lopes, Diego Francisco, Rafael Bernardes e João Victor Hudson.


E aí, tem algum outro do Schwarzenegger que você acha essencial e que não entrou na nossa lista? Deixe nos comentários!

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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 25 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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