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Death Note | Criadores do mangá amaram o filme da Netflix

Death Note | Criadores do mangá amaram o filme da Netflix

Em entrevista ao LRM, a equipe de Death Note, da Netflix, foi perguntada sobre como estão lidando com as críticas dos fãs, por conta das mudanças em relação à obra original. O protagonista do filme, Nat Wolff, saltou em defesa da produção e destacou que todos os envolvidos são “grandes fãs do trabalho original” e que estão fazendo seu melhor para honrá-lo.

O produtor do filme, Masi Oka, revelou que os dois criadores do mangá original — Tsugumi Ohba e Takeshi Obata — “amaram” a versão da Netflix de Death Note e que isso deixou a equipe eufórica.

“O melhor momento pra mim foi ir ao Japão e mostrar o filme aos criadores do mangá. Nós tivemos uma sessão especial pra eles e quando acabou os dois chegaram e falaram ‘obrigado’ e ‘nós amamos o filme’. Isso fez uma lágrima escorrer do meu rosto porque eu sou um otaku e geek igual todo mundo. Eu cresci com essa obra e ouvir isso me deixou muito orgulhoso do filme que fizemos. Espero que os fãs também fiquem orgulhosos com filme”, disse Oka.

Na trama de Death Note, Nat Wolff (A Culpa é das EstrelasCidades de Papel) vive Light Turner – que mudou de sobrenome para a versão americana -, um estudante que encontra um caderno que causa a morte de quem tem o nome escrito nele. Depois de perceber a terrível consequência, ele começa a exterminar criminosos, sob o codinome de Kira. Em seguida ele começa a ser caçado por L (Keith Stanfield), o maior detetive do mundo.

Death Note, da dupla Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, foi publicado no Japão na revista mensal Shonen Jump entre 2003 e 2006, gerando depois 12 volumes encadernados, publicados no Brasil pela editora JBC, além de adaptações a outras mídias.

O longa da Netflix estreia em 25 de agosto, com direção de Adam Wingard.

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Jornalista e radialista, é um dos fundadores do Bode na Sala. Tem 25 anos, se orgulha de ter nascido em São Borja, no interior do Rio Grande do Sul, e, atualmente, mora em Porto Alegre. Trabalhou em todas as áreas que se pode imaginar, mas acabou caindo no submundo geek. É fã do Jim Carrey, acha que o Ben Affleck é o melhor Batman do cinema, não suporta pseudo-cultismo e pretende dominar o mundo.

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