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Pretty Little Liars – 7ª temporada | Crítica

Pretty Little Liars – 7ª temporada | Crítica

Pretty Little Liars – 7ª temporada

Ano: 2017 

Criadores: I. Marlene King

Elenco: Troian Bellisario, Ashley Benson, Lucy Hale, Shay Mitchell e Sasha Pieterse

Na semana passada foi dado um desfecho (finalmente!) para Pretty Little Liars, a série que acompanhou o crescimento de uma geração, integrando o time de tramas adolescentes como Gossip Girl e The Vampire Diaries. Após sete longas temporadas o público pode dar adeus às cinco amigas, que fizeram o nome nos fóruns do Orkut para compor aquela que se tornaria uma das séries mais comentadas nas redes sociais dos últimos anos.

Entre crimes, perseguições, tortura e romances envolvendo as garotas, Spencer (Troian Bellisario), Hanna (Ashley Benson), Aria (Lucy Hale), Emily (Shay Mitchell) e Alison (Sasha Pieterse) receberam um final que dividiu o sentimento dos fãs, como de costume. Durante os anos que passamos envolvidos com a trama, já tínhamos desvendado a identidade de A e Uber A, e o que parecia ser o fim da série não foi. Mesmo após as revelações mais importantes e estando no seu auge, os produtores e a criadora I. Marlene King optaram por estender PLL, mantendo a mesma velha história e acrescentando A.D, uma nova vilã misteriosa, com maiores requintes de crueldade do que os de seus antecessores.

Obviamente, isso não funcionou e deixou a última temporada parecendo mais do mesmo, o que de fato era. Com personagens envelhecidos e presos a cidade de Rosewood. O quinteto se jogou em mais segredos, mentiras, problemas amorosos e provas de amizade, e nada sólido e novo foi dado ao público. Sabemos, desde o início, que tudo que envolve as Liars saiu de um grande clichê absorvido dos filmes de suspense ruins e romances adolescentes fracos. Mas, apesar de tudo, a personalidade das garotas sempre foi deliciosamente viciante. O que não salvou PLL de perder força por conta da sua extensão desnecessária, fazendo muita gente deixar de ser trouxa e correr para as montanhas.

A última temporada só trouxe a tona a identidade de A.D na metade do último episódio, fazendo com que dali para frente os acontecimentos fossem contados de forma muito corrida e sem tempo para grandes emoções. E foi nesse momento que tretas históricas foram travadas na internet, chegando a bater 1,7 milhão de tweets ao redor do mundo. Diferentemente das outras vilãs, A.D era uma personagem que até então não conhecíamos e não estava inserida diretamente na trama. Um recurso muito baixo de roteiro, diga-se de passagem.

A criadora da série, I. Marlene King, já declarou que não pretende encerrar a franquia e que pode dar continuidade a algumas das histórias separadamente. Se, assim como eu, você acredita que Marlene deve ser interditada, saiba que ambos estamos completamente enganados. A oitava temporada tem sido muito pedida pelos órfãos da série. Fica a dúvida de que forma Marlene vai atender ao pedido dos fãs, que ainda não perderam a conexão com as pequenas mentirosas ou não conhecem a Netflix.

Nota do crítico:

Nota dos usuários:

[Total: 16    Média: 3.9/5]
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